Especial, Séries

| Primeiras Impressões | Série – Carenteners

Depois de assistir dois episódios da série ‘Carenteners’, te digo o que esperar da série no artigo ‘Primeiras Impressões’

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| Jerry Seinfeld: 23 Hours To Kill | Netflix anuncia especial


A Netflix estreia ‘Jerry Seinfeld: 23 Hours To Kill’ em maio







O novo especial Jerry Seinfeld: 23 Hours To Kill reforça a reputação do ator como humorista consagrado na comédia stand-up. Com estreia em 5 de maio, só na Netflix, o especial chega ao Beacon Theatre em Nova York e mostra altos e baixos da vida cotidiana, revelando a comédia por trás de situações comuns. Assista um teaser abaixo.


Jerry Seinfeld: 23 Hours To Kill – Estreia em 5 de maio de 2020
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| Lista | Melhores filmes de 2019

Leia sobre os 10 melhores filmes de 2019 na nossa opinião

Nosso TOP 10 do cinema, com os melhores filmes que vimos este ano.
1- ) Parasita
Leia sobre o filme | Parasita | Crítica 
2-) O Farol
Leia sobre o filme | O Farol | Crítica 
3-) Turma da Mônica: Laços


4-) Coringa

Leia sobre o filme: | Coringa | Crítica 

5-) Rocketman

Leia sobre o filme: | Rocketman | Crítica

6-) Histórias de Um Casamento


Leia sobre o filme: | História de Um Casamento | Crítica 

7-) Vingadores: Ultimato

8 -) Homem Aranha: No Aranhaverso


9-) Bacurau

Leia sobre o filme: | Bacurau | Crítica 

10-) Ad Astra: Rumo às Estrelas
Leia sobre o sobre o filme: | Ad Astra: Rumo às Estrelas | Crítica 
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| Roberto Carlos em Jerusalém 3D | Filme ganha novo trailer

“Roberto Carlos em Jerusalém 3D” ganha trailer e terá venda antecipada de ingressos a partir de 31 de outubro



O show de especial de final de ano de Roberto Carlos em dezembro já é uma tradição nacional. O cinema também não é novidade para o cantor, que lotava as salas de exibição com seus filmes nos anos 1960 e 1970. Agora, Roberto Carlos, que está comemorando 60 anos de carreira, reúne as duas experiências e lança nos cinemas, no dia 2 de dezembro, seu primeiro show filmado em 3D.  A pré-venda para o “Roberto Carlos em Jerusalém 3D”, lançado pela H2O Films e Globo Filmes, com realização da RC e DC SET, começa no próximo dia 31 de outubro, através do site ingresso.com. Estão confirmadas apresentações nos dias 2, 6, 7 e 8 de dezembro, em várias salas do país. Para o lançamento nos cinemas, o show ganhou um trailer especial com narração de Cid Moreira, assista abaixo.
Com direção de Jayme Monjardim, o show foi gravado na Terra Santa, em um palco de mais de mil metros quadrados no Sultan´s Poll (Piscina do Sultão), próximo ao Monte Sião, junto às muralhas da Cidade Velha de Jerusalém, e emocionou uma plateia de 5.500 pessoas. A apresentação fez parte, em 2011, do Projeto “Emoções Jerusalém”, criado pelo cantor e pela produtora DC Set para aliar entretenimento e turismo.

Primeiro show de Roberto Carlos em 3D chega aos cinemas em dezembro apenas nos dias 02/ 06 / 07 e 08
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|Análise| Carência, Desapego e 500 Dias Com Ela

500 dias Com Ela completa 10 anos de lançamento. Confira nosso especial.

Pode não parecer, mas já vão fazer 10 anos desde o lançamento de 500 Dias Com Ela. O longa dirigido por Marc Webb se tornou um dos maiores sucessos da última década, virando um verdadeiro marco na cultura pop dos anos 2000, e alavancando o nome de Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Lewitt, seus protagonistas. Sua leitura fácil de roteiro, trilha sonora e caracterização de personagens tornam 500 Dias Com Ela uma obra muito empática, mas já iremos abordar esse lado do Filme.

À partir desse momento, não pouparemos spoilers sobre o filme. Se bem que, um filme de 10 anos já não pode ser mais considerado segredo, e se você está aqui, é porque provavelmente já assistiu.

Assista ao trailer:

500 Dias Com Ela narra de forma não linear a história de Tom Hansen, e a sua visão sobre seu relacionamento com Summer Finn. Os dois se aproximaram por trabalharem juntos e terem alguns interesses em comum, como artes, cinema, música, etc.

Tom é um cara que vê a vida com um tom simplista, e de que as coisas funcionam de acordo com um certo roteiro. Acredita no “amor verdadeiro”, é muito apegado ao lugar onde mora, e de certa forma também a sua rotina. Já Summer se mostra desprendida de quase tudo a sua volta. Nunca criou raízes em lugares, pessoas ou costumes. Não acredita no “amor verdadeiro”, e se mostra mais interessada em viver o seu momento do que jogar sua âncora em alto mar. E é aí, que os conflitos começam a aparecer.

Durante anos, os filmes de comédia romântica nos mostram, de forma utópica e ingênua de como os relacionamentos funcionam, de fato. Um exemplo desse nicho caracterizam e muito este modus operandi da indústria é a já famigerada fórmula de Adam Sandler, utilizada em praticamente todos os seus filmes. O cara de classe média, que faz piadas ruins, nada atraente fisicamente ou intelectualmente, que faz diversas burradas ao longo do enredo, mas no final, acaba ficando com a mulher de seus sonhos devido ao seu bom coração (?).

Esse exemplo, ou o caso da garota atrapalhada e neurótica que fica com seu príncipe encantado, retratada nos filmes de Jennifer Aniston, passa a imagem simplista de que o amor funciona dessa maneira pra muita gente. É o caso de Tom, que assiste com Summer A Primeira Noite de Um Homem, um filme em que o protagonista interrompe o casamento de sua amada e foge com ela. Tom acredita que a motivação do ocorrido no final do filme, é sua definição do que o amor é em sua essência. Sabemos que se interrompermos o casamento de alguém ou acabarmos com a nossa vida social, como retratado em Tratamento de Choque, a probabilidade de conquistar alguém é praticamente nula. Não que esses filmes nos influenciem a acreditar nisso piamente, mas de certa forma, nos dão o conforto de que as coisas vão ficar bem, independente do que nós somos, quando na verdade nem sempre é assim.

      Foto: Reprodução

Longas discussões foram levantadas na internet sobre quem está certo, e de quem é a culpa para o romance de Tom e Summer não ter ido para frente. O fator principal disso ter acontecido, e para a maioria dos relacionamentos não darem certo é a falta de sensibilidade. Quando se diz respeito à sensibilidade, se define a habilidade empática de (literalmente) sentir e ler o sentimento, as expressões e as vontades das pessoas.

Tom imagina um universo onde tudo corresponda de acordo com suas expectativas. Ele crê que por ter os mesmos interesses artísticos que Summer, e por ele gostar muito dela, isso é o suficiente para que os dois fiquem juntos. “Mas eu gosto muito de você, não entendo porque não podemos ficar juntos”. Você já deve ter escutado isso. Chega a ser engraçada e bizarra a maneira que Tom se baseia no conceito de que Summer é a mulher de sua vida, apenas levando em consideração o que eles têm em comum, e o como ela é distante de tudo aquilo que ele tem como projeto de vida.

Summer, como já dito, é extremamente desapegada à tudo que viveu, e se concentra apenas no seu presente. Em diversos momentos, ela expõe isso para Tom, que tem total consciência do que está acontecendo, afinal, como também mencionado, o filme é baseado em sua ótica sobre o relacionamento. Os únicos erros de Summer, porém, tenham sido convidá-lo para uma festa em seu apartamento e anunciar que está noiva, e após os dois terminarem depois da primeira discussão, ir atrás de Tom e reatar o namoro. Isso não faz com que ela seja vilã da história, que fique bem claro. Porém, tanto o exemplo de visão de Tom , quanto o de Summer, poderiam ser evitados caso houvesse um senso maior de sensibilidade durante seu envolvimento.

Tom espera que sua vida amorosa seja resolvida como a de Dustin Hoffmann em seu filme preferido, mas é irreal pensar de que existirá um final feliz quando um relacionamento diversas vezes sofreu com seguidos confrontos ideológicos. O sensacional de 500 Dias Com Ela é justamente por representar a humanização deste tópico nos cinemas, e que sim, nós vamos algum dia quebrar nossa cara por amor. É causar a reflexão de nossas próprias atitudes, e se estamos sendo coerentes com nossos sentimentos e os alheios, ainda mais em tempos de “contatinhos” e onde se aborda o termo “relacionamentos líquidos” ou “relacionamentos tóxicos”, sendo uma súplica para que seja exaltado a sensibilidade e a forma como nos relacionamos com o próximo.
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| Jaspion: 30 Anos | Veja especial


Cantor original da trilha de Jaspion regrava as principais músicas da série ao lado de cantor brasileiro



Akira Kushida, uma das vozes mais marcantes do Japão quando o assunto são temas de animes e seriados de super herói (tokusatsu), regravou no Brasil todas as músicas que cantou para a trilha sonora de Jaspion, em 1985. O projeto foi idealizado e co-executado pelo brasileiro Ricardo Cruz, cantor de temas nacionais de alguns animes (já participou de Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Super) e único estrangeiro a participar do super grupo japonês JAM Project (de Onepunch Man). 

“Eu cresci ouvindo todas essas músicas do Kushida. Foi glorioso entrar com ele no estúdio e ouví-lo regravar todas elas 33 anos depois. E poder participar dessa criação e cantar junto com o mestre foi algo quase surreal”, conta Ricardo.


O arranjo do tributo ficou a cargo do guitarrista Lucas Araújo, com quem Ricardo criou o canal Anison Lab., que lança semanalmente recriações de temas clássicos de animes e tokusatsu que marcaram época.


A homenagem a Jaspion também tem a participação de Larissa Tassi, cantora original dos temas brasileiros de Cavaleiros do Zodíaco.


Os cantores fizeram um medley com as principais músicas da trilha sonora da série, incluindo os temas de batalha e a icônica música do Gigante Guerreiro Daileon. Uma das canções que, aliás, Kushida nunca cantou ao vivo. “Foi a primeira vez que eu cantei Mabushii Aitsu em 33 anos!”, comentou Kushida logo depois de sair do estúdio. “É incrível como Jaspion faz sucesso no Brasil, fico muito feliz em poder homenagear os 30 anos da série no Brasil através desse medley”, completa o cantor, que está com 72 anos e gravou, inclusive, pela primeira na carreira, em português. “Eu resolvi topar esse desafio. O Ricardo me dirigiu na minha primeira gravação em português, que não poderia ser outra música a não ser a abertura de Jaspion”, revela. “Esperem ansiosos, ficou muito legal”.
Assista abaixo o medley abaixo


Até chegar em Jaspion, Kushida e Chumei fizeram as principais canções da trilogia dos Policiais do Espaço (Gavan, Sharivan e Shaider – todas as série foram exibidas no Brasil).
E, em 1988 e 1989, ele ainda cantaria as trilhas dos também clássicos Jiraiya e Jiban. Todas as séries  de super heróis clássicos japoneses que fizeram a cabeça dos jovens na década de 1990 podem ser assistidas de forma oficial e gratuita no canal Tokusatsu TV da empresa Sato Company que possui os direitos no Brasil

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| Rampage: Fora de Controle | Critica





Confira a crítica de Rampage: Fora de Controle


Desde o primeiro trailer apresentada aos materiais apresentados percebemos o filme Rampage, baseado no game homônimo seria focado na destruição causada pelos animais na cidade e não em uma grande história ou em grandes desenvolvimentos de personagens, mesmo com um elenco estelar.

O filme tem um primeiro ato seguro, onde foca na relação de Davis Okoye (Dwayne “The Rock” Johnson) e o gorila albino George, percebemos aqui que há uma relação de amizade e companheirismo. Onde o personagem de The Rock se dá melhor com animais do que com humanos.

O longa tem na ação o seu ponto forte e base e por causa disso, ele vai rapidamente pra ela, sem pudor algum, ou seja, Rampage é que típico filme de ação raso, onde apenas as cenas e a destruição são importantes, nada de criar laços, aprofundar personagens ou tentar contar uma história coesa. Vamos destruir metade de Chicago que já está bom.

Ao olhar o elenco de Rampage, não se esperava isso, afinal temos Naomi Harris (Dr. Cardwell), Jeffrey Dean Morgan (Agente Russell), Joe Manganiello (Burke) e diversos outros atores que poderiam dar ao longo algum significado, algo que o fizesse ser lembrado de alguma forma, mas infelizmente o diretor do longa Brad Peyton (Frontier e Viagem ao Centro da Terra) não soube aproveitar o elenco que tem. Até mesmo Dwayne fica em segundo plano.

A parte positiva do filme, fica na parte técnica, consegue trazer as três criaturas do game de uma forma impecável e trabalha muito bem a proporção das criaturas e sua força, até mesmo The Rock com seus 1,9m e 110 kg fica minúsculo ao ser comparado aos monstros.
Se o filme vale a visita ao cinema? Sim, se você gosta daqueles filmes de ação, onde a ação de fato é o primordial, você irá gostar do filme, mas se você procura algo diferente que foge disso. Rampage não é para você.

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| Vingadores: Guerra Infinita | Crítica

Confira a crítica de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel Studios completa dez anos nos cinemas com Vingadores: Guerra Infinita, filme que deste seu primeiro anúncio, material de marketing ou informações seria o filme que mudaria totalmente o universo Marvel nos cinemas. Veremos neste texto se isso realmente aconteceu.
O filme tem um primeiro ato duro, logo de cara, mostrando ao espectador que ninguém está seguro, que todos os heróis estão sujeitos a Thanos (Josh Brolin), que ele irá buscar a todo custo as joias do infinito, completando assim sua manopla. Pra ele, não interessa como ele conseguirá isso.
O longa acerta a mostrar o tom de urgência durante toda sua 2h40 de exibição, o que poderia ser chato ou arrastado, neste longa é justificável. Os arcos para Thanos buscar suas jóias é totalmente baseado nisso. O objetivo é claro, conciso e palatável. Os roteiristas souberam trabalhar isso no longa, trouxeram uma história impecável as telonas.
Os irmãos Russo, retornam à direção de um filme Marvel depois de entregar dois ótimos longas do Capitão América, Soldado Invernal (2014) e Guerra Civil (2016). Onde eles conseguem trazer novamente algo elogiado nos dois filmes, a capacidade de trabalhar diversos personagens de uma forma que todos tenham seu espaço, mostrando que todos tem sua importância para a trama desenvolvida. Em Guerra Infinita, não há um personagem principal, com exceção de Thanos. Todos, têm uma grande cena ou um momento que justifica sua participação. A parte mais difícil do longa era com certeza isso, e eles conseguiram. Com superioridade.
A história se transforma a cada ato de Thanos, é como se víssemos a história por seus olhos, como se explicasse ao espectador a cada ato, gerando uma empatia grande, mesmo que seus atos sejam duros, mortais e questionáveis. O vilão tem aqui diversos momentos de mudança, o ator Josh Brolin soube construir cada momento com maestria e frieza. Esperamos que ele apareça mais.
Conforme as informações do longa foram sendo liberadas, onde haveria a divisão da equipe para parar o titã louco, se imaginava se isso deixaria alguns personagens em segundo plano. Isso não ocorre em nenhum momento, o roteiro acima da média não deixa isso ocorrer. Mesmo quando eles utilizam a “fórmula Marvel” nos cinemas percebe-se que conforme o filme fica mais dramático e pesado, as piadas e alívios cômicos ficam para trás, afinal o momento é outro.
O filme acaba deixando o espectador apático, algo não visto em nenhum filme de super-herói, o final é chocante e deixa diversas pontas pra sequência marcada para 2019. E interfere nos próximos filmes, cumprindo a promessa feita pelo estúdio desde o anúncio deste dois Vingadores.
Guerra Infinita se destaca por trazer o vilão e seus seguidores ao palco principal, os heróis nesse longa são coadjuvantes, por mais que eles queriam pará-lo. Ele dita as regras da ação e por isso, o longa é acima da média em tantos aspectos e marca um ponto importante, pois agora o que queremos saber o que ocorre com eles pós a invasão de Thanos.

Entenda as cenas pós créditos de Vingadores: Guerra Infinita
| Vingadores: Guerra Infinita | Entenda a cena pós créditos

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| Oito Mulheres e Um Segredo | Crítica




Confira a crítica de Oito Mulheres e Um Segredo



Antes da sessão começar, o primeiro pensamento é se este filme será simplesmente Onze Homens e Um Segredo (2001) com um elenco feminino. No primeiro take temos essa impressão, mas quando os atos se desenrolam, percebemos que é injusto falar deste longa dessa forma.

O filme começa apresentando toda a gangue feminina, encabeçadas por Debbie Ocean (Sandra Bullock) onde ela mostra todo o plano para roubar um colar avaliado em 150 milhões durante o Met Gala, baile anual oferecido pela editora da Vogue Anna Wintour no Metropolitan Museum of Art, em Nova York.

Temos aqui um elenco feminino estelar, temos a estilista endividada Rose Weil (Helena Bonham Carter), a especialista em diamantes Amita (Mindy Kaling), a hacker Nine Ball (Rihanna), a ladra mão leve Constance (Awkwafina), a estrategista Tammy (Sarah Paulson) e a atriz Daphne Kluger (Anne Hathaway). O ingresso já vale só pelas interações desse grande elenco, fórmula apresentada na trilogia anterior e repetida aqui com total maestria. Bom uso de todas as atrizes.

Outro ponto interessante é que este filme não é um reboot da franquia, em diversos momentos percebe-se momentos onde os filmes se ligam, ou seja, os filmes coexistem. Algo que ainda não tinha sido visto nessa onda reboots de franquia mais antiga.

O principal ponto deste filme é com certeza as interações entre as atrizes, e o uso da fórmula dos filmes anteriores, deixam este longa divertido, sem grandes compromissos com a realidade e com reviravoltas que deixam o público preso na história. Queremos saber se o roubo será bem-sucedido ou não.

O filme ainda tem tempo para brincar os estereótipos femininos e masculinos. E mostra muito bem os diversos pontos de vista que um caso como este pode criar. É interessante ver isso na telona e se identificar com as personagens
.
O longa é despretensioso, mas consegue deixar uma marca e iniciar uma nova franquia nos cinemas. Dessa vez nas mãos das garotas.