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| Aladdin | Crítica

Confira a crítica de Aladdin


Aladdin continua os novos filmes da Disney onde ela mostra suas histórias clássicas no formato live action. Agora é a versão de Príncipe Ali e Jasmine que chega aos cinemas.   
 
Pela primeira vez temos o peso da responsabilidade em transformar uma história muito conhecida, a nossa sorte é que uma versão competente do gênio azul e sua turma.

A narrativa mostrada aqui é segura, ele mantém a estrutura básica esperada fazendo as atualizações necessárias para a época, essas atualizações trazem um novo peso a Jasmine (Naomi Scott) que dessa vez não é uma princesa esperando para ser conquistada, aqui temos uma verdadeira líder e conhecedora de seu povo, mas não pode assumir o trono devido a uma lei antiga que não permite mulheres nessa posição.

O gênio azul que foi extremamente contestado no material de marketing por ser uma má representação do personagem, tem o CGI acertado nas cenas principais, mas mantém alguns erros em cenas secundárias (Onde ele não é o foco). Will Smith até faz um papel competente, mas o Gênio dublado pelo incrível Robin Williams é insuperável. Era uma missão difícil (Para não dizer impossível), mas pelo menos Will mantém o legado.

Pôster de Aladdin
Foto: Divulgação – Disney

O papel título coube ao ator Mena Massoud (Strange But True) que faz um bom trabalho respondendo bem principalmente nos arcos dramáticos dos atos finais transpondo o príncipe Ali e o plebeu que rouba para comer. Inclusive ele é o destaque nas cenas musicais que o filme tem em demasia.

O filme é o mais colorido e leve dos live actions apresentados e os detalhes mostrados principalmente nas músicas e figurinos são impecáveis. A tela transborda em cor, mas tudo tem seu motivo e seu motivo para estar em cena.
A vilania de Jafar (Marwan Kenzari) fica restrita aos atos finais e não trazem o peso necessário de um vilão que quer dominar toda a região e falta toda o processo de tomada de poder que uma história como essa tem. Ele foi pouco explorado, como o seu papagaio Yago que é mero repetidor de palavras de seu mestre.

O saldo final é positivo, Guy Ritchie faz uma direção segura e imprimi seu estilo nas cenas de ação e alguns cortes mais rápidos pra mostrar as ações em sequência da cena.

Aladdin merece sua visita ao cinema por trazer uma versão atualizada da trama e manter principalmente o tom dos personagens em uma boa aventura.

Nota:3,5/5

Saldo: Filme sério e dentro do esperado

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| Malévola: Dona do Mal | Filme ganha seu primeiro trailer

A sequencia de Malévola ganha seu primeiro trailer

Confira o primeiro trailer de Malévola: Dona do Mal, sequencia de Malévola (2014).



O filme chega aos cinemas em outubro
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| Vingadores: Ultimato | Crítica

Confira a crítica de Vingadores: Ultimato


A Marvel iniciou seu universo cinematográfico em 2008 com o filme solo de Homem de Ferro e 22 filmes depois temos enfim a conclusão de boa parte do universo cinematográfico e descobriremos o final de diversos personagens que conquistaram o coração de fãs e pessoas que mal sabiam que eram os Vingadores.

Temos aqui um dos maiores filmes do estúdio, no sentido de tempo e união de personagens, as três horas de filme são totalmente justificáveis pela necessidade de fechamento que este universo precisa e fique tranquilo, a história contada em Ultimato passa tão rápido e com tantos arcos e mini tramas que nem parece que estamos vendo um história longa.

A Marvel Studios sempre soube tratar o fã com respeito, claro que neste caminho ela tomou as suas liberdades criativas dos personagens, e há o que reclamar, mas o caminho traçado para diversos personagens como os Vingadores originais lá de 2012 é bem construído e se encerra grandiosamente no longa de 2019.

Este filme é uma mistura de diversas emoções, temos arcos dramáticos bem construídos sabendo utilizar o grande elenco que possui, temos arcos emotivos que deixam o coração apertado e é claro os diversos momentos bem-humorados que se tornaram a tônica das produções.

Os longas sempre eram estabelecidos em uma linha do tempo linear, como algumas exceções como Capitã Marvel e Capitão América: O Primeiro Vingador, mas a grande sacada era também fazer filmes que funcionavam bem isolados sem tantas preocupações com os filmes anteriores, aqui continua assim, porém o fã que esteve presenta na jornada de 22 filmes sentirá que faz parte do jogo, há referências a tudo (Sem exageros) da construção de cada personagem.

Essa construção é o jeito Marvel de agradecer a você fã que apoiou cada incursão cinematográfica da empresa e assistiu a tudo isso é como se a Marvel estivesse te agradecendo a tudo, como se ela te abraçasse durante as três horas e te coroasse com um dos melhores filmes sobre quadrinhos já feito.

O filme que poderia ter seus excessos, que poderia deixar tramas sem serem resolvidas e deixar aquele “gostinho” de mais em cenas pós créditos não ocorre, quando Ultimato acaba sabemos tranquilamente o que pode ser abordado e quais personagens serão a nova geração de heróis no cinema e ficamos gratos pela mudança.

Bom, vá assistir Vingadores: Ultimato e se prepare para uma grande história porque a superação ocorre aqui. E mal podemos esperar por mais.

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| Star Wars: The Rise Of Skywalker | Filme ganha seu primeiro teaser

Foi revelado na Star Wars Celebration, o primeiro trailer de Star Wars: The Rise Of Skywalker, o episódio 9 da saga



Confira abaixo o primeiro teaser do Episódio 9 de Star Wars que recebe o subtítulo de Star Wars: The Rise Of Skywalker

O filme estreia em dezembro

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| O Rei Leão | Filme ganha novo trailer

Confira o novo trailer de O Rei Leão

Assista abaixo o novo trailer de O Rei Leão
O live action da animação da Disney chega aos cinemas em julho
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|Vingadores: Ultimato| Filme ganha novo trailer

Confira o novo trailer de Vingadores: Ultimato


Finalmente a espera dos fãs da maior franquia do cinema de heróis acabou, a Marvel Studios divulgou o trailer oficial de Vingadores: Ultimato.

Confira abaixo

O filme estreia em abril
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| Aladdin | Filme ganha novo trailer

Confira o novo trailer de Aladdin o novo live action da Disney

Confira abaixo o novo trailer de Aladdin, o novo live action da Disney que tem Will Smith como Gênio da Lâmpada e Naomi Scott (Power Rangers: O Filme) como Jasmine


O filme estreia em maio
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| Capitã Marvel | Crítica

Confira a crítica de Capitã Marvel






A primeira heroína a ter um filme solo chega enfim aos cinemas, Capitã Marvel começa a incursão pelos personagens femininos como protagonistas agora em 2019. Então vamos ver como Carol Danvers segue em sua própria aventura antes de integrar os Vingadores.

Por ser um filme de origem, percebe-se durante todo o longa que ele precisa explicar determinados detalhes sobre a personagem, principalmente porque a garota é fantástica em seu trabalho antes de adquirir seus poderes, em uma jornada que lembra a do Capitão América, onde ambos têm um desenvolvimento antes de terem a sua personalidade heroica.

Carol Danvers é um excelente pilota e líder, mas a grande graça de Capitã Marvel é inverter tudo isso, percebemos como ela está integrada a equipe antes de vermos ela como humana, por isso diversas imagens dela com uniforme verde do que as cores características.



Neste ponto o filme parece se distanciar da ‘fórmula Marvel”, mas a diferença acaba neste ponto, depois temos um filme com o tom de comédia e de aventura como esperamos da produtora, o que podemos dizer que o as piadas são mais sisudas, devido a sua personalidade, mas o estúdio continua usando elas como alívio cômico e algumas são realmente muito boas.

O que Capitã Marvel traz de novidade para o universo Marvel nos cinemas (UCM) é uma líder como ainda não vimos, que pode claramente comandar os Vingadores no Ultimato ou qualquer evento que faça a união da equipe necessária, ela se impõe com autoridade e passa essa firmeza a cada ordem e atitude.

Outro ponto de destaque é parte gráfica principalmente dos Skrull’s, eles se transformando nos humanos e voltando a forma original é de um primor inacreditável, comparado a criação de Wakanda em Pantera Negra. Até mesmo a maquiagem é impactante e traz muita verossimilhança aos quadrinhos.

Ben Mendelsohn (Robin Hood: A Origem) é um ator que tem se especializado em fazer vilões, ele faz novamente um líder que traz toda atmosfera vilanesca e ele junto com Carol tem um dos melhores arcos no filme.



Não podemos falar de Capitã Marvel sem falar da atuação de Brie Larson (O Quarto de Jack), a personagem não exige muito da atriz quanto a arcos dramáticos, mas ela traz uma semelhança a Carol Danvers, só pela sua similaridade física, mas pela imposição e ótimas cenas de lutas que uma personagem deste porte necessita. Eu pensaria duas vezes antes de lutar com Carol, com ou sem poderes.

Capitã Marvel pode repetir a tão famosa fórmula Marvel, mas consegue trazer uma das mais importantes personagens femininas com dignidade e mal podemos esperar sua participação em Vingadores: Ultimato.

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| O Retorno de Mary Poppins | Crítica

Confira a crítica de O Retorno de Mary Poppins

Trabalhar um filme clássico, é uma das missões mais difíceis da indústria cinematográfica, principalmente quando falamos de um filme presente no imaginário de muitas pessoas, Mary Poppins de 1964 encanta até hoje, pela mistura impecável entre musical, desenho e live-action. Inclusive este filme tem 5 Oscars, que incluem música original, efeitos visuais e melhor atriz para Julie Andrews.
O filme parecia intocável pelo estúdio, porém ao indicar Emily Blunt como Mary Poppins e Lin-Manuel Miranda como Jack, se imaginou imediatamente como reboot, ou seja, um novo filme, mas o seu título “O Retorno” indicava uma sequência, mas no seu material de marketing mostrava uma homenagem ao original e ao que ele representa, que bom a segunda opção foi a escolhida pela Disney.
Neste filme voltamos a acompanhar as crianças originais, mas agora pais de família e com crianças pra cuidar. A família passa por problemas financeiros, devido a Grande Depressão dos EUA e a esposa de Michael (Ben Whishaw) falece durante este período.

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Foto: Emily Blunt como Mary Poppins

Divulgação Disney

Ela, Mary, resolve aparecer pra ajudar Michael, inclusive o cuidado das crianças, presente no filme original, demora-se para se desenvolver, talvez seja a única informação que difere do original de uma forma mais drástica, o restante como já dito é uma experiência totalmente inspirada no filme original.
O filme traz toda a atmosfera do original, mescla com perfeição com o estilo cartunesco, a atuação do grupo de atores e as cenas de musicais, o que era a obsessão do filme mostrada na CCXP 18, foi cumprida com mérito, mesmo uma pessoa alheia a o universo Mary Poppins e clássicos Disney irá se divertir durante a sessão.

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Foto: Lin-Manuel Miranda como Jack
Divulgação Disney

Rob Marshall (Chicago e Caminhos da Floresta) diretor do filme, sabe mesclar perfeitamente tudo e desenvolve um bom ritmo a história, usa muito bem o elenco que possui, até mesmo personagens como pouco tempo de tela como Wilkins (Colin Firth), Topsy (Merly Streep) e Dawes Jr (Dick Van Dyke), Dick inclusive que está presente no original tem uma participação tão marcante que esquecemos que o ator tem 93 anos, pena que parte dela foi mostrada nos trailers, seria mais impactante se não soubéssemos.
O Retorno de Mary Poppins não traz novas informações a franquia, melhor assim, ele fica como uma homenagem ao original e traz toda a magia do original e pode sim encantar a uma nova geração de crianças e adultos, o que vale a visita ao cinema indispensável. Disney na sua forma mais pura e encantadora.

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| CCXP 18 | Painel de O Retorno de Mary Poppins

Durante o painel da Disney na CCXP 18, foi falado sobre O Retorno de May Poppins.




A Disney apresentou seus lançamentos na CCXP 18, entre eles o Retorno de Mary Poppins, cujo lançamento ocorre em dezembro de 2018, com Emily Blunt no papel da icônica babá Mary Poppins.

O painel se inicia com um vídeo de bastidores dos atores (Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda) e do diretor Rob Marshall, explicando principalmente da sequência tardia do longa, o filme original da personagem é 1964, ou seja, sua continuação ocorre mais de 50 anos depois.

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Foto: Emily Blunt como Mary Poppins
Divulgação Disney

Emily Blunt, ressalta no vídeo o quão desafiador é fazer um personagem tão icônico, e como é difícil realizar um personagem que canta, dança e ao mesmo tempo e tem toda uma mensagem que encanta a todos.

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Foto: Lin-Manuel Miranda como Jack
Divulgação Disney

Lin-Manuel Miranda (Jack), disse que a principais dificuldades foram nas cenas das músicas, pois havia muita equipe envolvida, diversos elementos ao mesmo tempo e é claro a pressão de recriar um clássico.

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Foto: Rob Marshall, diretor de Mary Poppins, no set de filmagens
Divulgação – Disney

Rob Marshall, disse o desafio era unir as gravações feitas em estúdio ou em locações e fazer a união com elementos de cartoon e animados e dar a sensação ao espectador que tudo ocorre ao mesmo tempo, por isso diversas cenas demoraram certa de 3 meses para serem finalizadas.

Depois da breve entrevista foi exibida uma cena inédita do longa, confira a descrição abaixo.

“Em uma Londres com muita neblina, as crianças dizem a Mary que estão perdidas e Mary responde que elas estavam na liderança então elas estão são responsáveis por isso.
A cena ocorre com pouca luz, neste momento uma única luz aparece, um lampião que é aceso por Jack (Lin-Manuel Miranda) e começa a cena de musical com o tema Luz Para Guiar.
A cena ocorre um apenas com a luz dos lampiões, muito bem coreografada e Lin faz um Jack preciso e encantador durante toda a cena”

Percebe-se durante todo o painel que ideia de um filme simples, musical e encantador serão os principais temas de O Retorno de Mary Poppins.

Confira a crítica do filme: | O Retorno de Mary Poppins | Crítica