Sem categoria

| Toy Story 4 | Crítica

Confira a crítica de Toy Story 4




O quarto filme dos brinquedos mais conhecidos da Pixar, chega enfim aos cinemas e acompanhamos a possível última aventura de Woody, Buzz Lightyear e sua turma.

Terminamos a última aventura sabendo que Andy doou seus brinquedos a Bonnie uma garotinha, esse momento que fez diversas pessoas se emocionarem é o começo deste filme servindo pra relembrar que Boonie é o guia dos brinquedos agora e eles farão tudo pela garota, mas o quarto da franquia não tem o foco nos humanos, e sim na jornada dos brinquedos. Principalmente em Woody.

A amizade sempre foi o motor da franquia e novamente isso é usado a exaustão (De uma ótima forma), Woody deixou de ser o líder quando está com Bonnie, ela claramente tem outras preferências, mas o cowboy sabe de sua responsabilidade, porém ele precisa entrar em um jornada de auto conhecimento e perceber sua importância para a criança e para ele.

A animação usa muito bem o elenco conhecido e introduz os novos personagens dando para cada um momento para brilhar, Garfinho acompanhado de Woody tem os momentos mais hilários de toda a história, Duke Caboom (Keanu Reeves) é carismático o tempo todo e mesmo sendo um personagem secundário tem ótimas cenas e Keanu faz um ótimo na dublagem deste personagem.

E a dupla lunática Patinho (Marco Luque) e Coelhinho (Antônio Tabet) são os pirados da turma e colocar dois comediantes para dar as vozes aos dois foi uma ótima percepção do estúdio, cada cena de ambos é um momento a parte divertindo até o coração mais duro.

Enquanto o terceiro filme era sobre Andy, o quarto filme é sobre Woody, mostrando que a franquia possui muito fôlego e ainda é extremamente relevante para a Disney e Pixar. E a Pixar traz novamente uma ótima história que encanta crianças pelo riso certo e adultos por gerar empatia e mostrar uma história crível.

Nota: 5/5
Saldo: Animação tão séria que amolece até os corações mais duros e pode mandar mais Pixar! Tá pouco!

Sem categoria

| Aladdin | Crítica

Confira a crítica de Aladdin


Aladdin continua os novos filmes da Disney onde ela mostra suas histórias clássicas no formato live action. Agora é a versão de Príncipe Ali e Jasmine que chega aos cinemas.   
 
Pela primeira vez temos o peso da responsabilidade em transformar uma história muito conhecida, a nossa sorte é que uma versão competente do gênio azul e sua turma.

A narrativa mostrada aqui é segura, ele mantém a estrutura básica esperada fazendo as atualizações necessárias para a época, essas atualizações trazem um novo peso a Jasmine (Naomi Scott) que dessa vez não é uma princesa esperando para ser conquistada, aqui temos uma verdadeira líder e conhecedora de seu povo, mas não pode assumir o trono devido a uma lei antiga que não permite mulheres nessa posição.

O gênio azul que foi extremamente contestado no material de marketing por ser uma má representação do personagem, tem o CGI acertado nas cenas principais, mas mantém alguns erros em cenas secundárias (Onde ele não é o foco). Will Smith até faz um papel competente, mas o Gênio dublado pelo incrível Robin Williams é insuperável. Era uma missão difícil (Para não dizer impossível), mas pelo menos Will mantém o legado.

Pôster de Aladdin
Foto: Divulgação – Disney

O papel título coube ao ator Mena Massoud (Strange But True) que faz um bom trabalho respondendo bem principalmente nos arcos dramáticos dos atos finais transpondo o príncipe Ali e o plebeu que rouba para comer. Inclusive ele é o destaque nas cenas musicais que o filme tem em demasia.

O filme é o mais colorido e leve dos live actions apresentados e os detalhes mostrados principalmente nas músicas e figurinos são impecáveis. A tela transborda em cor, mas tudo tem seu motivo e seu motivo para estar em cena.
A vilania de Jafar (Marwan Kenzari) fica restrita aos atos finais e não trazem o peso necessário de um vilão que quer dominar toda a região e falta toda o processo de tomada de poder que uma história como essa tem. Ele foi pouco explorado, como o seu papagaio Yago que é mero repetidor de palavras de seu mestre.

O saldo final é positivo, Guy Ritchie faz uma direção segura e imprimi seu estilo nas cenas de ação e alguns cortes mais rápidos pra mostrar as ações em sequência da cena.

Aladdin merece sua visita ao cinema por trazer uma versão atualizada da trama e manter principalmente o tom dos personagens em uma boa aventura.

Nota:3,5/5

Saldo: Filme sério e dentro do esperado

Sem categoria

| Malévola: Dona do Mal | Filme ganha seu primeiro trailer

A sequencia de Malévola ganha seu primeiro trailer

Confira o primeiro trailer de Malévola: Dona do Mal, sequencia de Malévola (2014).



O filme chega aos cinemas em outubro