Cinema, Crítica de Filme

Era Uma Vez Minha 1ª Vez | Crítica

Com um quarteto de protagonistas que funciona muito bem, filme transforma um pacto entre amigas em uma história leve sobre amadurecimento, escolhas e amizade. 

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| Modo Avião | Crítica

Confira a crítica de Modo Avião



Observamos a atriz Larissa Manoela crescer na TV, principalmente no canal SBT, foram diversos trabalhos que possuíam similaridades entre eles, o que dificultava uma avaliação de sua capacidade de atuação, Modo Avião da Netflix, não é um ponto de virada, mas podemos enfim verificar uma personagem que foge da sua zona de conforto.

Neste longa original Netflix, Larissa faz a protagonista Ana, uma digital influencer que por passar tempo demais na sua vida online, acaba colecionando problemas na sua vida offline, como multas de trânsito. Depois de um grave acidente, os pais decidem intervir e enviá-la para a fazenda de Germano (Erasmo Carlos), onde ela terá que enfim se conectar a partes da vida que fogem de posts bombados no Instagram.

O roteiro de Renato Fagundes (Vai que cola – O Começo) tem atos iniciais bem comuns e apenas com mais de trinta minutos de filme, começamos a perceber as sutilezas do texto em fazer diversas comparações com jovens que possuem uma vida muito parecida com a de Ana, principalmente quando ele aborda essa necessidade quase fisiológica de estar sempre conectado.

Larissa Manoela e André Luiz Frambach em cena
Fonte: Netflix – Divulgação

As cenas de Larissa têm a preocupação do diretor César Rodrigues em mostrar que temos aqui uma atriz em aprendizagem, há claros, os clichês de uma comédia romântica teen, mas temos ao boas cenas atreladas a isso, com um pé bem firme na realidade para gerar o total reconhecimento em tela de jovens que possam assistir este filme que já está disponível no serviço de streaming.

Larissa faz uma boa protagonista com bons arcos dramáticos e alívios cômicos bem marcados, não é uma atuação que a deixará marcada, porém o fato dela trazer uma interpretação dentro de um espectro real, gera ainda mais empatia do público com a protagonista.

O elenco de apoio tem mais o papel neste filme que auxiliar a trama a continuar se movendo, e ajudar no ritmo, deixando todo o tempo de tela para Larissa, mas calma não tem ninguém abaixo da média, só vá esperando uma grande cena de Erasmo Carlos e André Luiz Frambach (Éramos Seis), eles seguem a cartilha de ‘elenco de apoio’ e ‘interesse romântico’.

Elenco de ‘Modo Avião’
Fonte: Divulgação – Netflix

Por justamente ter essa abordagem real, o filme é indicado para uma audiência mais jovem, por ter boas cenas e gerar momentos pós sessão, de identificação com as manias de Ana e os momentos que o roteiro compara a falta de celular e internet da protagonista com se fosse uma pessoa em reabilitação. Vale a pena indicar o mesmo para quem você conhece que passa por isso.

Nota: 3/5

Saldo: Filme sério

Instagram: @npmes

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| Modo Avião | Filme ganha trailer

Personagem de Larissa Manoela entra em apuros no trailer de Modo Avião

Em apenas um minuto, mil likes. Assim é a vida de estrela de Ana, influenciadora digital interpretada por Larissa Manoela no filme Modo Avião, que marca a estreia da atriz na Netflix e acaba de ganhar trailer. Garota-propaganda de uma grife comandada pela nebulosa Carola (Katiuscia Canoro), o vídeo revela o dia a dia da garota fashionista (que, é claro, já acorda maquiada) e um detalhe importante: além de curtidas nas redes sociais, ela coleciona… multas de trânsito. Certo dia, vidrada no celular enquanto dirige, Ana sofre um acidente e vê sua vida virar do avesso, ou melhor, entrar em modo avião. 
Como castigo para aprender a viver sem o smartphone o tempo t-o-d-o, ela ganha férias forçadas na fazenda do avô Germano (Erasmo Carlos) – totalmente desconectada da internet – e se vê obrigada a ajudá-lo em sua oficina. Adeus, unhas postiças e looks poderosos. Olá, graxa e óleo. No entanto, mais do que consertar carros velhos, Ana descobre a chance de se reconectar com a vida real e se conhecer de verdade. Afinal, a vida é muito mais do que posts bombados. Assista ao trailer abaixo.
Modo Avião estreia em 23 de janeiro de 2020, só na Netflix. Baseado em roteiro do mexicano Alberto Bremer, o filme tem adaptação brasileira escrita por Renato Fagundes (Os Penetras 2, Vai que Cola – O Começo) e Alice Name-Bomtempo (Vai que Cola). A direção é de César Rodrigues (Vai que Cola – O Filme, Minha Mãe é um Peça 2) e a produção de Luiz Noronha, Cecilia Grosso e Samanta Moraes,  da produtora A Fábrica.
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| Vai que Cola 2 – O Começo | Filme ganha novo trailer

‘Vai Que Cola 2 – O Começo’ dão um gostinho da nova história e do começo da pensão da Dona Jô

Acabam de ser divulgados o cartaz (acima) e o trailer de “Vai Que Cola 2 – O Começo”. Eles  revelam um pouco da história de como a turma mais famosa do Méier se conheceu. O longa se passa num ponto anterior ao primeiro filme da franquia e à série de TV do Multishow. A casa de Dona Jô (Catarina Abdalla) não era pensão e ela vivia sozinha com Jéssica (Samantha Schmütz), uma adolescente em fase de prestar vestibular. Já Ferdinando (Marcus Majella) e Máicol (Emiliano d’Avila) ainda sonhavam em vir morar no Rio. Enquanto Terezinha (Cacau Protásio) morava no Morro do Cerol com seu amado Tiziu. Assista ao novo trailer abaixo


Neste segundo filme, o público vai matar a curiosidade e conhecer a figura de Tiziu (Fábio Lago), grande amor da vida de Terezinha, que nunca foi revelada anteriormente. O grupo todo se encontra, justamente, em uma feijoada que Terezinha organiza para o bicheiro. Estão também no elenco do filme Fiorella Mattheis, Silvio Guindane, Érico Brás, Alice Morena, Paulinho Serra, Mary Sheyla, Sergio Mallandro e Marcelo Medici.
O longa é uma coprodução Conspiração Filmes, A Fábrica, Universal Pictures International e Globo Filmes e a responsável pela distribuição é a H2O Films. O longa é derivado da série “Vai Que Cola”, exibida pela Multishow, que completa sete temporadas no ar e, no segundo semestre deste ano, ganha uma nova temporada com episódios inéditos.

A divertida história já tem data para chegar nas telonas: dia 12 de setembro.

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| Minha Vida em Marte | Crítica

Confira a crítica de Minha Vida em Marte

Mônica Martelli é uma atriz que conseguiu transpor sua peça “Os Homens São de Marte… e É pra Lá que Eu Vou” para o cinema de uma forma fora do esperado, pois trouxe o que a peça tinha de melhor e fez um ótimo filme, o mesmo aconteceu com Paulo Gustavo e sua “Minha Mãe É Uma Peça” que inclusive já rendeu dois ótimos filmes, em Minha Vida de Marte, Mônica traz novamente sua peça homônima aos cinemas dessa vez acompanhada de Paulo.
Minha Vida Em Marte, começa trazendo uma realidade comum nos lares brasileiros, Fernanda (Mônica) tem seu casamento com Tom (Marcos Palmeira) em crise ou desgastado pelo tempo e ela tem no seu companheiro de trabalho Aníbal (Paulo) seu porto seguro para discutir seus problemas e buscar soluções.
Um primeiro ato que prometia ser essa busca de reconquista do seu amor perdido, dela buscar esse amor é atropelado por um roteiro que quer dar ritmo a história rápido demais, então ela acaba desistindo de uma forma estranha e se entende estes motivos na continuidade do filme.
Foto: Paulo Gustavo e Mônica Martelli em cena
Divulgação – Downtown Filmes
Ele traz a atmosfera do primeiro filme, onde a personagem busca o amor de diversas formas e em homens distintos da mesma forma do primeiro, a nossa sorte é que são criadas situações e momentos diferentes, todos cômicos, que diferem do longa anterior o que é ótimo, essas situações são o ponto positivo de Minha Vida em Marte, mostrando a boa química entre os protagonistas.
Essas situações são diferentes, porém não se percebe uma evolução da personagem, como se ela fosse a mesma mulher do primeiro filme e nada mudou em sua vida, todos os momentos, como já dito são cômicos e bem feitos, mas poderiam aproveitas a boa atriz que tinham em mãos e criar novas situações a fim de mostrar evolução.
A sorte do espectador é que temos boas cenas de comédia, por que se pensarmos em uma boa história e roteiro, não temos aqui um bom exemplo disto tudo, este filme é o típico exemplo do tipo de comédia nacional lançada nos últimos anos, diverte, mas carece em ter uma boa história, como se fazer o espectador rir fosse o único objetivo.
Foto: Paulo Gustavo e Mônica Martelli em cena 
Divulgação – Downtown Filmes
Minha Vida em Marte vale a visita ao cinema justamente pela química entre Mônica e Paulo, eles divertem quando estão juntos, é essa química que salva o longa de ser descartado ou esquecido.
O filme parecia ter uma boa proposta em mostrar que ter uma boa amizade pode sim, ser maior que um grande amor, pena que ele falha em alguns pontos, deixando o filme muitas vezes desconexo e confuso, mas pelo menos damos diversas risadas e saímos da sessão aliviados.