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| Kin | Crítica

Confira a crítica de Kin

Confira a crítica de Kin




O filme Kin é uma mistura clara de ficção científica com drama familiar, temos de um lado um garoto Elijah (Myles Truitt) que é adotado por uma família que por um erro do irmão adotivo Jimmy (Jack Reynor) acabam fazendo uma viagem cruzando estados.

O longa na parte familiar, desenvolve uma trama familiar simples de uma forma que não surpreende o espectador, há inclusive diversas cenas que lembram filmes da década de 80 e 90 que remetem a estes momentos.

A parte de ficção científica fica restrita apenas a Elijah, o adolescente encontra uma arma futurista ao buscar sucata em um prédio abandonado, simples dessa forma, quase nada a adicionado a esta premissa. Diversas cenas são para mostrar como um adolescente lidaria com uma situação como essa. Crível, mas não adiciona muitas informações a trama.

Os diretores Jonathan e Josh Baker que fazem sua estreia em um filme de grande porte, fazem a escolha em deixar o espectador alheio a parte cientifica. Não sabemos nada sobre a arma, as descobertas são feitas juntos com os personagens, algumas pessoas podem gostar dessa abordagem, outras achar isso desnecessário por justamente não abordar o que poderia ser um ponto forte e trazer informações para a franquia que se inicia em Kin.

Darei um exemplo, no final do filme entendemos a relação de garoto e arma, e percebemos que Elijah faz parte de algo maior, mas como nenhuma informação é dada ao espectador, não sabemos se isso é bom ou ruim dele fazer parte deste universo maior. Pensando em termos de franquia, isso seja proposital para “forçar” continuações e dessa forma mostrar as possibilidades deste novo mundo. Teremos que aguardar.

Kin é um filme simples, não há grandes atuações e seu elenco com rostos novos não é devidamente aproveitado, não há uma grande cena dramática ou de ação e fica claro que isso seria possível, mas o roteiro não proporciona isso o que deixa o longa simplista e completamente esquecível pós sessão.

O filme não se leva a sério, em nenhuma abordagem apresentada e por isso a franquia fica abalada, pois o primeiro passo não deve ter sido firme o suficiente para fazer que o estúdio busque continuar a contar suas histórias.

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