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| Big Festival 2019 | Criador do game do Homem Aranha vem ao Brasil

Um dos criados do game Home Aranha (PS4) vem ao Brasil para Big Festival

Admiradores da Marvel e do Homem-Aranha, preparem-se! No dia 27 de junho, o BIG Festival 2019 (Brazil’s Independent Games Festival), evento mais importante de jogos independentes da América Latina, recebe Chris Perrella, um dos líderes do time de criação de “Spider-Man”, jogo de sucesso desenvolvido pela Insomniac Games para o Playstation 4. O artista técnico baterá um papo gratuito com o público sobre os métodos e os desafios para criar o ambiente úmido  presente no game. Sujeita à lotação, a palestra ocorrerá na Avenida Paulista.
Desde 2012, o BIG Festival incentiva o desenvolvimento do ecossistema de games no país, que lidera o crescimento do setor de economia criativa, responsável por gerar 1 milhão de empregos para cerca de 200 mil empresas (dados da FGV). O Brasil é hoje o 13º maior consumidor de games do mundo. Aqui, os negócios do setor correspondem a US$ 1,5 bilhão em receita, de acordo com o New Zoo, líder global de análises de games e esportes. Já o mercado latino-americano de jogos movimentou 4.9 bilhões de dólares no último ano, o que equivale a 4% do total mundial (US$ 137,9 bilhões).
Brasil é o 13º  maior consumidor de games do mundo.
A indústria gera US$ 1,5 bilhão de receita.
Esta é a sétima edição do BIG Festival, que oferece palestras (de 26/06 a 30/06) e exposição interativa de jogos (de 27/06 a 30/06) com entrada franca para os amantes de games, desenvolvedores e público em geral. O BIG é o evento onde todo profissional da indústria de games deve estar. Há uma programação própria dedicada ao mercado e o ponto alto são as rodadas de negócios (27/06 e 28/06), com inscrição mediante pagamento. Além das palestras que também estão abertas ao público consumidor. Para garantir vaga nas palestras, o ideal é fazer uma pré-inscrição. Mais informações no site: https://www.bigfestival.com.br/.
Em 2019, o BIG Festival tem o patrocínio da Prodesp – Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo – da Desenvolve SP, do BRDE, do Fundo Setorial do Audiovisual e da Ancine; em parceria com o Projeto Brazil Games, promovido pela Abragames – Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais – e pela Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. A realização é da Bits Productions, do SPCine, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, do Governo do Estado de São Paulo, do Ministério da Cidadania e do Governo Federal.
BIG Festival 2019
São Paulo, Brasil: 26 a 30 de Junho
Local: Club Homs. Endereço: Av. Paulista, 375

Palestra “Swinging in the Rain: MARVEL’s Spider-Man” com Chris Perrella

Data: 27/06
Horário: 10h

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| Escape Room | Crítica

Confira a crítica de Escape Room


O longa de Adam Robiel traz pra telonas algo que faz parte da nossa vida, principalmente no quesito entretenimento. Os Escape Rooms, são salas, na sua maioria temática onde os participantes devem resolver um enigma para sair da sala, isso em um determinado tempo, mas e se você descobrisse que o vencedor ganha 10 mil dólares? Você iria?

Escape Room, como o próprio nome diz, temos a certeza que passaremos boa parte do filme dentro de uma ou algumas salas, a nossa sorte é que o roteiro apresentado e os cenários são inacreditáveis, prendendo o espectador na tela durante todo o longa.





A história gira entorno do grupo, mas o roteiro sabe o usar o elenco que tem e cada um tem o seu momento na tela bem utilizado e o mais interessante é que falamos de um elenco diverso, conforme o filme avança. 

O ritmo é intenso, duro e constante. As mudanças de salas ajudam muito o andamento do filme e por isso que você deve ver Escape Room, as montagens das salas e os cenários utilizados são incríveis, com níveis de detalhes absurdos e cada sala tem a sua peculiaridade. 

Filme dentro do esperado, mas um bom filme com um bom desenvolvimento.

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| Escape Room | Filme ganha seu primeiro trailer

Confira o primeiro trailer de Escape Room

Assista abaixo o novo trailer de Escape Room, lançamento da Sony Pictures para 2019
Escape Room estreia em janeiro de 2019
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| BGS 2018 | Testamos Days Gone

Testamos Days Gone na BGS 2018, um dos principais lançamentos para 2019


          A PlayStation em seu estande da BGS 2018 trouxe diversos títulos para os visitantes, dentre eles um dos principais lançamentos para o primeiro semestre de 2019: Days Gone. O game de sobrevivência e ação/aventura, exclusivo para o console da SONY, tinha disponível uma demonstração para o público, e tivemos a oportunidade de testá-las. 
          Tive a oportunidade de jogar um pouco da demo, podendo vivenciar a gameplay stealth que o jogo proporciona. Inicialmente, é possível perceber a semelhança com outro título famoso desse gênero, que é The Last of us. A fluidez da movimentação e o elemento de furtividade como opção para a sua sobrevivência são influências desse game perceptíveis na jogabilidade de Days Gone. 
          Entretanto, nos momentos de combate, a semelhança entre os jogos é menos aparente. Tanto o combate corpo a corpo quanto a utilização de armas de fogo possuem suas divergências. Enquanto o título da Naughty Dog passa uma sensação de mais peso em seus socos, maior transparência no efeito de coice em suas armas (trazendo mais realismo e imersão com esses elementos para o estilo do jogo), o lançamento da SONY Bend acaba trazendo uma gameplay mais arcade e leve para os jogadores, facilitando o combate de certa forma. Entretanto, acredito que esse fator é montado dessa forma no jogo pelo motivo de ele contar com momentos mais frenéticos e com muito mais inimigos para se enfrentar, como visto em algumas outras demonstrações liberadas nas últimas edições da E3 e na outra versão que estava disponível para teste na BGS 2018. Portanto, levando isso em consideração, é possível definir seu combate como equilibrado e balanceado para suas propostas de situações que serão enfrentadas pelo jogador. Saldo positivo para o jogo nesse quesito até o momento. 
          
         A montagem, a criação e o acesso aos equipamentos durante o decorrer da ação sao feitas através de uma “roda de sobrevivência”, onde o jogador pode equipar suas armas, criar itens como coquetéis molotov, montar recursos medicinais e definir qual será utilizado através do atalho de cura que o game proporciona, entre outras funcionalidades. Pelo pouco tempo disponível para teste, foi um pouco complexo se acostumar com a funcionalidade desse elemento do jogo, mas é possível concluir que o bom uso deste recurso é uma habilidade vital para o sucesso dentro do jogo, pois assim não acabará atirando com sua escopeta enquanto tenta equipar seu taco de beisebol – como foi o meu caso. 
          Os inimigos infectados – Freakers – possuem uma I.A bem responsiva, sendo influenciados facilmente por barulhos, distrações e ações que o jogador toma, tornando a gameplay stealth mais tensa e desafiadora. As tomadas de decisões por parte do jogador sobre trajetos a se tomar e eliminações a se fazer devem ser bem pensadas se está em uma situação de pouca munição e quer sair de sua área chamando o mínimo possível de atenção. Mas um fator perceptível do jogo é que a furtividade não é forçada. Ou seja, é possível enfrentar essas situações de diferentes maneiras, que serão decididas baseadas na habilidade e no inventário do player. Por mais que a demo incentivava uma aproximação mais cautelosa, era possível encarar ela na confiança de suas habilidades de esquiva e porrada com bastões de madeira. 
          O game visualmente não deixa nada a desejar. Sua ambientação e fotografia agregam muito para a situação de imersão da jogatina ao desenvolver um cenário pós-apocalíptico rico em elementos e detalhes. A interação do meio-ambiente (como as árvores, a mata e as folhagens) com as construções deterioradas é realista e bem desenvolvida, sendo influenciadora até nas decisões do jogador, sobre onde pode se esconder e como pode usar isso a seu favor. 
          Do ponto de vista de história, não houve como compreender muita coisa, mas foi possível ter contato com um grupo diferente da gangue de motoqueiros e perceber um pouco de seu estilo. Os chamados Rippers, parecem ser antagonistas no game, e seu visual de membros carecas, com marcações ao longo do corpo, lembram muito – e indicam que essa seja sua possível referência – os War Boys, seguidores de Immortan Joe, da saga Mad Max. 
          O jogo de sobrevivência da SONY já gerava altas expectativas nos fãs desde seu anúncio. Depois de ter contato com o jogo, é possível afirmar que tem potencial para ser um dos melhores lançamentos do ano de 2019. O título exclusivo de PS4 poderá ser adquirido a partir de 22 de fevereiro pelos jogadores para poderem vivenciar esse mundo.

Texto: João Pedro Moro
Edição e Publicação: Bruno Cunha