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| Vou Nadar Até Você | Entrevista Klaus Mitteldorf

 

Ouça nossa entrevista com Klaus Mitteldorf, o diretor de ‘Vou Nadar Até Você’
O filme “Vou Nadar Até Você”, primeiro em que Bruna Marquezine é protagonista, estreou nos cinemas no início de março deste ano por meio do projeto Projeta às 7 – iniciativa da ELO Company em parceria com a rede Cinemark, mas teve sua programação de exibição interrompida pela quarentena, devido ao covid-19.
Confira a crítica do filme | Vou Nadar Até Você | Crítica

Gravado em Santos, no litoral Paulista, “Vou Nadar Até Você” conta a história de Ophelia (Bruna Marquezine), que descobre o paradeiro de Tedesco (Peter Ketnath), o pai alemão que nunca conheceu, e com quem divide a paixão pela fotografia. A jovem envia-lhe uma carta contando sua história, e decide encontrá-lo numa jornada à nado. No caminho, a pedido de Tedesco, a personagem é seguida por Smutter (Fernando Alves Pinto) rapaz com quem seu pai possui uma estranha relação.

 Confira como foi a entrevista com o diretor

Sua carreira é baseada na fotografia, como foi o processo de ir ao posto de diretor em uma produção?

O seu estilo de fotografia é bem marcante, este traço aparece no filme em diversas cenas, como foi este processo? Inclusive há fotos suas no filme, ou pelo menos parecidas, correto?

Os personagens principais trabalham ou são fotógrafos, qual e quanto foi a sua influência neste processo?

Como o senhor classifica ser o primeiro diretor a ter Bruna Marquezine como protagonista?

As locações usam bastante os locais de Santos (Principalmente) e Ubatuba, quais foram os principais desafios em filmar nestas cidades?

 

E para finalizar, primeiro agradeço a atenção e parabéns pelo filme, e segundo qual a importância do filme ser o primeiro do ‘Projeta Às Sete 2020’?
O filme “Vou Nadar Até Você”, primeiro filme em que Bruna Marquezine é protagonista, terá lançamento em streaming no dia 19 de maio, pelo Canal Brasil nas plataformas NET Now, Vivo, Oi e, na sequência, no iTunes, Google Play, Looke e Filme Filme. Distribuído pela ELO Company, o longa tem direção de Klaus Mitteldorf.

 

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| Dica | Assista ‘O Filho Do Homem’ no final de semana de Páscoa

“O Filho do Homem” é dica de filme para a Semana Santa





Com distribuição da Elo Company, longa que retrata os últimos dias de Jesus Cristo antes de ser crucificado está disponível na Amazon Prime Video


Com a chegada da Semana Santa, a distribuidora de filmes nacionais Elo Company indica ao público o longa “O Filho do Homem”, de Alexandre Machafer. Disponível na plataforma da Amazon Prime Video, o filme traz os últimos dias de Jesus Cristo antes de ser crucificado, com os bastidores do julgamento até a condenação. A obra segue os acontecimentos da Paixão de Cristo narrados pela Bíblia, usando, inclusive, as mesmas falas das Escrituras. 

Confira a crítica do Filme | O Filho do Homem | Crítica


Filmado no Rio de Janeiro, o longa faz um panorama desta história, relembra os acontecimentos como quando Maria (Julia Cotta) recebe a visita do anjo Gabriel para anunciar a vinda de Jesus (Allan Ralph) e também o momento do nascimento dele com o aparecimento dos três pastores e também dos três Reis Magos. Faz parte do elenco, atores formados pela Oficina de Atores Cesgranrio.


Produzido pela Fundação Cesgranrio e com distribuição da Elo Company, em 2019, “O Filho do Homem” fez parte do Projeta às 7, iniciativa da distribuidora em parceria com a Cinemark que abre uma nova janela no circuito comercial.
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| Vou Nadar Até Você | Crítica

 

Confira a crítica de ‘Vou Nadar Até Você’

Bruna Marquezine faz sua estreia nos cinemas, no longa ‘Vou Nadar Até Você’. A atriz traz vida a Ophelia, moradora de Santos-SP, que descobre que seu pai biológico está  em Ubatuba-SP de depois de anos no exterior. Para isso ela resolve ir a nado de uma cidade a outra.
O filme também marca a estreia do fotógrafo Klaus Mitteldorf na direção, e conforme avançamos na história, percebemos o quão este longa irá beber da fonte da fotografia. O diretor usa e abusa das suas habilidades conhecidas na fotografia.
Vou Nadar Até Você usa toda a força que Bruna já mostrou em trabalhos anteriores, com o diferencial de mostrar versatilidade da atriz, pois o longa tem alguns pontos de virada, e isso demanda da protagonista. Ela correspondeu traz uma aura da inocência e ao mesmo tempo amadurecimento a Ophelia.

 

Percebemos que o diretor não irá renunciar sua assinatura neste novo trabalho, as cores bem marcantes, a nudez justificada e enquadramentos que transmitem informações. Vou Nadar Até Você transmite sua essência e podemos ver fotografias que remetem ao seu trabalho, inclusive até mesmo a profissão dos protagonistas tem relação com a fotografia.
A narrativa aqui, não possui surpresas, mas é bem executada, com uma escolha de trilhas que sabem extrair o que a cena transmite. Pode não ser diferente, mas é competente. Sabendo principalmente modificar a narrativa para dar o ritmo que um filme como este precisa ter.
Por mais que o desgaste físico de uma travessia como essa seja o foco, mas a temática aqui são autodescobertas e amadurecimento de uma jornada de vida, o roteiro do próprio diretor e de Nina Crintzs (A Noite da Virada) tratam com destes temas como elementos de fundo, mas sem se perder ao longo do caminho.
O longa também aproveita bem o elenco de apoio para mostrar diferentes pontos da história e mudanças de comportamento. Nossos destaques ficam a cargo de Peter Ketnath (Tedesco) que têm a maiores mudanças durante a trama e Fernando Alves Pinto (Smutter) cujas interações com a protagonista são fundamentais.
‘Vou Nadar Até Você’ é o filme de abertura do projeto ‘Projeta às Sete’ 2020, que foi ampliado neste ano, parceria entre Cinemark e Elo Company que traz filmes nacionais com preços promocionais.
Nota: 3/5
Saldo: Filme seríssimo
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Instagram: @npmes

 

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| Vou Nadar Até Você | Filme ganha novo trailer

Depois de ser exibido no Festival de Gramado, o filme protagonizado por Bruna Marquezine ganha trailer


Depois de ser exibido no Festival de Gramado, o filme protagonizado por Bruna Marquezine ganha trailer

A jovem fotógrafa Ophelia (Bruna Marquezine) acredita ter descoberto quem é seu pai e, determinada, sai de Santos, a nado, rumo a Ubatuba, onde espera encontrá-lo. Antes de partir, envia-lhe uma carta avisando que está a caminho. Assista ao trailer abaixo.

O filme estreia em março nos cinemas, fazendo parte do projeto ‘Projeta Às Sete’, parceria entre Cinemark e Elo Company que traz filmes nacionais a preços promocionais em sessões às 19h.
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| Eu Sinto Muito | Crítica

Confira a crítica de Eu Sinto Muito



A Síndrome de Boderline é responsável por fazer pessoas irem do “céu ao inferno” em questão de horas, ou seja, uma alteração de personalidade que pode ser resolvida com o tratamento médico adequado que envolve terapia e medicamentos, falar sobre um problema psicológico é a grande missão de “Eu Sinto Muito” de Cristiano Vieira.

Falar sobre algo delicado com qualidade no cinema é raro, mas quando acertam o ponto, como no filme “Lição de Amor” (2002) e o nacional ‘Colegas’ (2013) são narrativas que sobressaem do basal e ficam como referência. E o recente lançamento do ‘Projeta Às Sete’ é um bom acerto, ele traz a alteração neurológica de uma forma real sem se apoiar no melodramático.

Júlio (Rocco Pitanga) em cena
Foto: Divulgação – Elo Company

A história é múltipla, somos apresentados a diversos personagens que possuem Boderline, Isabelle (Juliana Schalch), Paula (Camila Alencar), Guilherme (Victor Abrão), Marta (Carol Monte Rosa) e Claúdio (Wellington Abreu) cujas histórias são interligadas através de Júlio (Rocco Pitanga) que está montando um documentário sobre o transtorno de personalidade.  
Este excesso de personagens poderia ser a ruína, pois faltaria algum desenvolvimento sobre algumas das tramas, mas o bom roteiro do próprio diretor e Antônio Balbino traz diferentes narrativas e pontos de vistas do mesmo transtorno e como cada um reage diferente a cada reviravolta da vida, faltou apenas mostrar melhor a conexão entre essas histórias.

Júlia (Juliana Schalch) em cena
Foto: Divulgação – Elo Company

As boas subtramas exigiram dos atores, principalmente em cenas que mostram as alterações, todos têm boas atuações, o nossos destaques ficam para Juliana Schalch que faz uma Isabelle estável em algumas cenas com toda a segurança do mundo em suas costas, e em um estalar de dedos ela se perde em meio as alterações, isso exigiu da atriz e ela entregou, outro destaque é Rocco Pitanga que faz um personagem que atua como bom fio condutor da narrativa e se mostra entendedor do problema, mostrando até mesmo empatia.

O filme se permite também discutir de como essa Síndrome tem tratamento e com ele as pessoas podem tem uma vida mais controlada e principalmente o que fazer nas alterações de personalidade. Mostrar a luz no fim do túnel é algo que pode mudar a percepção do espectador quanto a síndrome e aos portadores buscar ajuda especializada.

Então, aproveita que o filme faz do projeto Projeta Às Sete que ingressos promocionais e vá assistir essa tocante história.

Nota: 4/5

Saldo: Filme sério sobre um assunto sério

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| Ambiente Familiar | Crítica

Confira a crítica de ‘Ambiente Familiar’

Sabe o ditado popular ‘Amigos se escolhe e Família não’ e quando os amigos se tornam sua família e quando você sai de um estereótipo comum de família (pai alcoólatra, mãe carinhosa, diversos primos e as tias religiosas) para outro contexto? É nessas diversas subtramas que o filme de Torquato Joel navega.

O filme tem seu começo seguindo as esquetes do gênero, mas conforme o primeiro ato transcorre, percebemos que a história pode ser algo conhecida, mas o diretor usará uma linguagem visual diferente para contar uma história conhecida.

A narrativa é preenchida de diversas reinvenções visuais e como cada parte da história é contada com uma linguagem diferente; O longa pode até falar de passado, presente e futuro, mas cada um é representado de uma forma diferente na tela, o que facilita a compreensão.



O problema dessas linhas temporais está na sonorização delas, todas tem uma mistura musical complexa e alguns sons são desconexos com que ocorre em tela, talvez seja proposital, mas não condiz com a preocupação visual que há neste filme.

Linearidade não é uma palavra para descrever aqui, temos aqui uma mistura caótica alguns momentos e aqueles flashblack’s para explicar algo no passado do trio. Esse ponto, junto com as trilhas, serão os pontos que dividirão as opiniões.

‘Ambiente’ também não possui um protagonismo definido, o trio carrega o filme, mas dar o mesmo espaço para os garotos, não significa aqui mais informações para o espectador, começamos a narrativa com algumas dúvidas e algumas não são sanadas.



Claro, que mesmo com estes pontos diferenciados, o filme paraibano continua com um saldo positivo, por justamente buscar uma linguagem diferente do que ficar nos modos operantes comuns de filme familiares.

O longa tenta mirar em pessoas que pessoas que buscam um laço familiar em situações incomuns, mas acerta na experimentação estética, o filme não tem uma narrativa profunda, mas os elementos visuais para contar essa história são de ‘tirar o chapéu’.
Nota: 2/5

Saldo: Filme que prefere ter um visual sério a uma história séria.

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| Eu Sinto Muito | Filme ganha novo trailer

Filme nacional que abordará a ‘Síndrome de Boderline’ ganha trailer

O filme “Eu Sinto Muito” mostra a trajetória do cineasta Júlio (Rocco Pitanga) na produção de um documentário sobre o Transtorno de Personalidade Borderline. Os personagens centrais estão ligados de diferentes formas: ou foram diagnosticados ou se relacionam de forma íntima com algum paciente.

No longa, é possível acompanhar seus relacionamentos, a forma como lidam com o tratamento e as crises e como o Borderline se manifesta em situações cotidianas, por exemplo, na espera do parceiro fazer um almoço, em uma festa com amigos ou ao ser contrariado. Assista o trailer abaixo.


“Eu Sinto Muito” que estreia dia 10/10 – que é o Dia Mundial da Saúde Mental – pelo Projeta às 7, parceria da Elo Company com a Cinemark, que abre uma nova janela para o cinema nacional no circuito comercial.





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| Marés | Crítica

Confira a crítica de ‘Marés’


Escrito e dirigido por João Paulo Procópio, “Marés” retrata a história de Valdo Gomes (Lourinelson Vladmir), um fotógrafo que devido ao alcoolismo e se vê no dilema: frequentar o AA ou renunciar à guarda compartilhada da filha.

‘Marés’ trabalha o dilema do alcoolismo, como o indivíduo tem uma vida dupla, de quando está alcoolizado e quando está sóbrio, como se fosse duas personas; Valdo passa justamente por isso, dos mundos sóbrio e alcoolizado.
O filme se apoia em pilares comuns do gênero de como o momento ‘vou parar de beber’, de ‘vou buscar ajuda’, ‘vou mudar’, mas sabe introduzir novos elementos como a tentativa de Valdo conviver de uma forma harmônica com seu problema.

O longa é ambientado em Brasília, principalmente na Brasília de 2014, quando a então presidente do Brasil, Dilma Rousseff estava sofrendo o processo de impeachment que culminou com seu vice, Michel Temer assumindo o poder, além de mostrar as propostas políticas dos personagens, é uma forma de mostrar passagem de tempo sem grandes explicações.

O roteiro do também diretor João Paulo Procópio é linear na narrativa e aponta bem os problemas dos personagens entorno do drama protagonista de como há os que ajudam e os que não fazem nada pela melhora.

Por tem sua trama desenvolvida em Brasília, o longa se aproveita dos pontos turísticos e da rotina das pessoas que vivem na capital do país, de como ela é diferente comparada ao restante das outras capitais de estado.

A atuação de Lourinelson e Julieta Zarza (Clara) são o destaque do longa, o casal protagonista tem arcos dramáticos bem marcados e executados, e o ator trouxe as expressões corporais necessárias para as alterações que um alcoólatra tem no corpo.

O filme é indicado para quem gosta de um bom drama, sem apelar para técnicas de computação ou CGI; Tudo aqui é focado nas performances do elenco com ótimas captações e ângulos.

Nota: 3/5

Saldo: Filme sério de um assunto sério  

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| Marés | Filme ganha seu primeiro trailer

Escrito e dirigido por João Paulo Procópio, “Marés” retrata a história de um fotógrafo autônomo que chega ao fundo do poço devido ao alcoolismo.



Escrito e dirigido por João Paulo Procópio, “Marés” retrata a história de Valdo Gomes (Lourinelson Vladmir), um fotógrafo autônomo que chega ao fundo do poço devido ao alcoolismo e se vê no dilema: frequentar o AA ou abrir mão da guarda compartilhada da filha. O cenário é Brasília de 2016, ano do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A narrativa traz os dramas enfrentados por um alcoólatra que tenta largar o vício e como as pessoas ao seu redor (vizinhos, família e amigos) ajudam ou não, neste processo. Confira o primeiro trailer abaixo.


A produção do longa é da Pavirada Filmes e a distribuição ELO Company. “Marés” tem seu lançamento marcado para 12 de setembro, pelo Projeta às 7 – iniciativa da Cinemark em parceria com a ELO Company que oferece sessões de segunda à sexta-feira, às 19h, em 20 salas de Cinemark de 19 cidades e preços especiais de R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia).

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| O Filho do Homem | Filme ganha novo trailer

Confira o novo trailer de ‘O Filho do Homem’



Os últimos dias de Jesus Cristo antes de ser crucificado são retratados no filme “O Filho do Homem”, que mostra os bastidores do julgamento até a condenação. A intenção é contar esta história diferente das outras com o mesmo tema. Nela, Jesus e todos os personagens são retratados com mais humanidade.

Dirigido por Alexandre Machafer, a obra segue os acontecimentos da Paixão de Cristo narrados pela Bíblia, usando, inclusive, as mesmas falas das Escrituras. Acompanhamos as 14 Estações da Via Crúcis, com grande significado para os cristãos, pois representam os últimos momentos do Messias na Terra. Confira o novo trailer.

Produzido pela Fundação Cesgranrio e com distribuição da Elo Company, “O Filho do Homem” estreia dia 29 de agosto às 19h de segunda a sexta-feira em 20 salas de 19 cidades do país pelo Projeta às 7, iniciativa da distribuidora em parceria com a Cinemark que abre uma nova janela no circuito comercial.