O filme Bocha, novo projeto de longa-metragem da Manjericão Filmes, de Rafaella Costa, estará preseente no Marché du Film do Festival de Cannes, que acontece de 14 a 25 de maio na região da Riviera Francesa.
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| Invasão Zumbi 2: Península | Filme ganha dois novos cartazes
Depois de ser selecionado para o Festival de Cannes, o longa ‘Invasão Zumbi 2: Península’ ganha dois novos cartazes
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| Casa de Antiguidades | Filme é selecionado em Cannes 2020
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| Os Miseráveis | Crítica
Confira a crítica de Os Miseráveis, indicado ao Oscar na categoria “Melhor Filme Estrangeiro’ e vencedor em Cannes em 2019
Antes de começarmos, esse texto não se trata de uma outra versão da obra de Victor Hugo para o cinema, o longa do malinês Ladj Ly usa apenas o título da obra como nome de seu primeiro filme, assistindo-o você entenderá os diversos motivos que levaram ele a esta escolha. Bom, agora que estamos esclarecidos, vamos ao filme que venceu (Ou Empatou, se preferir) na categoria ‘Prêmio do Júri’ em Cannes junto com Bacurau.
O diretor se baseia nos conceitos que ele colocou em seu curta, como se o longa fosse uma expansão do que já foi dito. Aqui temos uma obra que parece um documentário em alguns atos, mas temos muitas informações ficcionais ou dramatizadas sobre as manifestações do país.
O ritmo da história é intenso, que sufoca o espectador, mas dar um tom de urgência aos atos do recém-transferido policial Stéphane Ruiz (Damien Bonnard) que juntos os parceiros Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga) formam uma brigada anti-crime na periferia parisiense, este pequeno movimento dos ‘controladores da ordem’ é suficiente para Ladj trazer para a telona as tensões sociais entre o povo francês.
Cena de Os Miseráveis
Foto: Diamond Filmes
Essa diferença é a principal abordagem de ‘Os Miseráveis’ mostrar essas diferentes classes sociais em takes bem enquadrados e dando o espaço necessário para as boas atuações espalhadas pela história, mas como já dito o ritmo é rápido, como se estivéssemos observando um dia na vida do policial Stéphane.
Conforme o filme avança imaginamos que teremos algo comum pelo menos no cinema brasileiro, em mostrar o policial duro e truculento, contra o favelado que vivendo sua vida tranquilamente. Essa obviedade passa longe do roteiro do próprio diretor e Giordano Gederlini, Alexis Manenti (Que também atua no filme). Claro que há violência entre os polos, mas temos uma justificativa para cada uma delas e sem apelar para um possível gore.
Este ritmo acelerado acaba gerando um problema no todo, os pontos de virada da história ficam bem marcados, como estes fossem os pontos de respiro do espectador, ou esfriar a corrida, não atrapalham em nada a experiência, mas fica claro onde eles estão no longa conforme a narrativa transcorre.
Cena de Os Miseráveis
Foto: Diamond Filmes
Mesmo dramatizando algumas histórias, o longa sabe criticar a situação do povo francês, principalmente os com menos possibilidades financeiras, sem rodeios, atingindo o ponto fraco, usando apenas os personagens como contadores de história, dando aquela dúvida do que foi realmente dramatizado, afinal a realidade francesa está dentro de ‘Os Miseráveis’.
Nota: 4/5.
Saldo: Filme sério sobre um assunto sério.
Contato/Email: naoparecemaseserio@gmail.com
Instagram: @npmes
| Parasita | Filme ganha novo trailer
Filme de abertura da Mostra Internacional de São Paulo, Parasita, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, ganha novo trailer.
A família de Ki-taek é bastante unida, mas precisa conviver com o desemprego e com um futuro sombrio no horizonte. Seu filho Ki-woo é recomendado por um amigo, estudante de uma universidade de prestígio, para um trabalho bem remunerado como tutor, o que gera a esperança de uma renda regular. Carregando as expectativas de todos os familiares, Ki-woo vai à casa dos Park para uma entrevista. Na residência do sr. Park, dono de uma empresa global de TI, ele conhece Yeon-kyo, a linda e jovem sra. Park. Esse primeiro encontro entre as duas famílias dá início a uma sequência incontrolável de problemas. Assista ao novo trailer abaixo.
O filme é Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes e indicado da Coreia do Sul a uma vaga no Oscar de melhor filme estrangeiro.
A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo ocorre de 17 à 30 de Outubro em São Paulo
A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo ocorre de 17 à 30 de Outubro em São Paulo
| A Vida Invisível de Eurídice Gusmão | Filme vence prêmio no Filmfest München
O filme foi contemplado nesta sexta-feira com o também inédito CineCoPro Award no Filmfest München (o segundo festival de cinema mais prestigiado da Alemanha depois da Berlinale)
No intervalo de pouco mais de um mês, o longa-metragem ‘A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO’, de Karim Aïnouz, acaba de levar outro importante prêmio internacional. Após a conquista do Grand Prix de Melhor Filme na mostra Un Certain Regard de Cannes – a primeira vez que um filme brasileiro recebeu o prêmio máximo na categoria – no fim de maio deste ano, o projeto foi contemplado nesta sexta-feira com o também inédito CineCoPro Award no Filmfest München (o segundo festival de cinema mais prestigiado da Alemanha depois da Berlinale), que confere à melhor coprodução local com países estrangeiros uma bonificação no valor de 100 mil euros.
| A Vida Invisível de Eurídice Gusmão | Filme ganha novo trailer
| Bacurau | Filme ganha novo teaser
Filme nacional premiado em Cannes, Bacurau, ganha novo teaser
Há exatamente um mês o longa “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, arrematou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, uma das principais premiações do cinema mundial. O filme ganha hoje um novo teaser que relembra esta importante conquista,. “Bacurau” estreia dia 29 de agosto no Brasil, com distribuição da Vitrine Filmes (que também distribuiu “O Som ao Redor” e “Aquarius”).
Após a premiação em Cannes, o longa já foi exibido no Festival de Cinema de Sidney, Austrália, e no Festival SoFilm Summercamp, em Nantes, na França. Também já foi selecionado para a competição do 37° Festival de Cinema de Munique, na Alemanha, e do Neuchâtel International Fantastic Film Festival, na Suíça. Além disso, “Bacurau” terá sua avant première brasileira como filme de abertura fora de competição do próximo Festival de Gramado, que ocorrerá em agosto. Confira o novo teaser abaixo.
Um western brasileiro. Um filme de aventura e ficção científica.Daqui a alguns anos… BACURAU, um pequeno povoado do sertão brasileiro, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade não consta mais nos mapas.
| Bacurau | Filme nacional que estará em Cannes ganha trailer
Longa nacional concorre à Palma de Ouro no Festival de Cannes, Bacurau, ganha seu primeiro trailer
Antes de sua première mundial no Festival de Cannes, “Bacurau”, escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, ganha o primeiro teaser (Abaixo). A sessão de gala na competição oficial do festival francês será na próxima quarta, dia 15 de maio, às 22h, no Théâtre Lumière, com a presença dos diretores, da produtora Emilie Lesclaux, e de vários nome da equipe e do elenco: Karine Teles, Bárbara Colen, Udo Kier, Thomás Aquino, Alli Willow e Silvero Pereira.
Na descrição de seus diretores, “Bacurau é um filme de aventura ambientado no Brasil ‘daqui a alguns anos’”. O longa foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, exatamente um ano atrás. As locações foram encontradas depois da equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.
Depois do sucesso internacional de “Aquarius” (2016), que também teve sua estreia mundial na principal mostra do Festival de Cannes há 3 anos atrás, “Bacurau” é a segunda coprodução entre a CinemaScopio do Recife (“O Som ao Redor”, “Aquarius”) e a SBS em Paris (“Synonymes”, de Navad Lapid, vencedor do urso de ouro em Berlim, “Elle”, de Paul Verhoeven, “Mapas Para as Estrelas”, de David Cronenberg). “Bacurau” tambémé uma coprodução com a Globo Filmes, Simio Filmes, Arte France Cinema, Telecine e Canal Brasil. O lançamento nos cinemas brasileiros pela Vitrine Filmes (que também distribuiu “O Som ao Redor” e “Aquarius”) será no segundo semestre.
| A Vida Invisível de Eurídice Gusmão | Filme nacional é selecionado para o festival de Cannes
| Bacurau | Filme nacional estará no Festival de Cannes
Bacurau, filme nacional de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles estará em Cannes representando o Brasil
Kleber Mendonça Filho está de volta à Seleção Oficial competitiva do Festival de Cannes (14 a 25 de maio) com seu terceiro longa-metragem “Bacurau”, desta vez coescrito e codirigido por Juliano Dornelles. Na descrição de seus diretores, “Bacurau é um filme de aventura ambientado no Brasil “daqui a alguns anos”. Assim como ocorreu com seu longa anterior “Aquarius” em 2016, “Bacurau” terá sua estreia mundial na principal mostra do festival francês. O lançamento de “Bacurau” nos cinemas brasileiros pela Vitrine Filmes (que também distribuiu “O Som ao Redor” e “Aquarius”) será no segundo semestre.
Depois dos dez meses de montagem no Recife, Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho estão em Paris trabalhando na pós-produção de “Bacurau”, que envolve imagem e mixagem final de som. Esse trabalho vem sendo realizado desde o início do mês de abril e ainda irá durar duas semanas até a cópia final. O filme é uma coprodução Brasil-França.
“Bacurau” foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, exatamente um ano atrás. As locações foram encontradas depois de a equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.
Sobre o filme, Juliano Dornelles diz: “Bacurau é um projeto que vem sendo desenvolvido desde 2009, quando era só uma ideia, até ser filmado em 2018. Enquanto o roteiro se transformava, o país e nosso cotidiano também. Estrear em Cannes nesse ano de 2019 é dar um lugar de respeito ao Brasil, seu cinema e sua cultura.”
Para Kleber Mendonça Filho, “Esse é um trabalho de anos, feito com os colaboradores próximos de sempre e alguns outros novos. Creio que esse filme é o resultado da nossa relação com os filmes e as pessoas que amamos e que nos formaram, com Pernambuco, com o Brasil e com o mundo. E incrível poder voltar a exibir um filme no Palais em Cannes, três anos depois daquele momento sensacional com Aquarius!”.
Ele continua: “Gostaria de mandar abraço especial para os moradores de Parelhas, Acari e, principalmente, à comunidade de Barra, onde fizemos Bacurau. Os quatro meses de trabalho lá com preparação e filmagem confirmaram o que já sei há tantos anos: o trabalho com a cultura nos fortalece, nos legitima. Como foi importante ter podido compartilhar essa experiência de trabalho com tanta gente”.
Depois do sucesso internacional de “Aquarius” (2016), “Bacurau” é a segunda coprodução entre a CinemaScopio do Recife (“O Som ao Redor”, “Aquarius”) e a SBS em Paris (“Synonymes”, de Navad Lapid, vencedor do urso de ouro em Berlim, “Elle”, de Paul Verhoeven, “Mapas Para as Estrelas”, de David Cronenberg). “Bacurau” também é uma coprodução com a Globo Filmes, Simio Filmes, Arte France Cinema, Telecine e Canal Brasil.
Sonia Braga (“Dona Flor e Seus Dois Maridos”, “O Beijo da Mulher Aranha”, “Aquarius”), o alemão Udo Kier (“Suspiria”, “Berlin Alexanderplatz”, “Garotos de Programa, Melancolia”) e Karine Teles (“Que Horas Ela Volta?”, “Benzinho”) fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Barbara Colen (“Aquarius”), Silvero Pereira, Thomas Aquino, Antonio Saboia, Rubens Santos e Lia de Itamaracá.
Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho colaboraram nos curtas metragens premiados no Brasil e exterior “Eletrodoméstica” (2005) e “Recife Frio” (2009), e nos longas também aclamados internacionalmente “O Som ao Redor” (2012) e “Aquarius” (2016), filmes dirigidos por Kleber e com direção de arte de Juliano. Na equipe de “Bacurau” a parceria estabelecida em “O Som ao Redor” e “Aquarius” também se repete na fotografia, assinada por Pedro Sotero, no som de Nicolas Hallet e na direção de arte de Thales Junqueira.
Produzido por Emilie Lesclaux, Said Ben Said e Michel Merkt, tem patrocínio da Petrobras, Fundo Setorial do Audiovisual, Funcultura (Governo de Pernambuco) e do CNC (Centre National de la Cinematographie, France).








