“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, divulga novo trailer do filme para a campanha do Oscar. O material foi produzido pela Intermission FIlm, uma das principais agências especializadas do ramo do tipo.
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| Babenco | Filme lança campanha crowdfunding para campanha do Brasil no Oscar
“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou” inicia crowdfunding para campanha do Brasil no Oscar. Documentário é o escolhido pelo Brasil para concorrer a uma vaga de Melhor Filme Internacional. Filme também está inscrito para concorrer a Melhor Documentário na premiação.
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Em um filme poético sobre a vida e filmografia de Hector Babenco. ‘Babenco alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou’ estreia nos cinemas e foi escolhido com o representante brasileiro para o Oscar 2021.
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Spcine Play disponibiliza dois novos filmes de Hector Babenco
Longas Pixote – a Lei do mais fraco e Meu Amigo Hindu podem ser vistos gratuitamente na plataforma
A Spcine Play (www.spcineplay.com.br) integra, nesta quinta-feira (26), dois novos títulos de Hector Babenco ao catálogo reservado ao cineasta na plataforma de streaming: os longas “Pixote, a lei do mais fraco” (1981), e “Meu Amigo Hindu” (2016).
O longa Pixote – a lei do mais fraco acompanha a vida do personagem título, um garoto de 11 anos que foi abandonado pelos pais e que, após fugir do reformatório, começa a roubar para sobreviver nas ruas. Muito elogiado pela crítica, o longa traz uma grande atuação de Marília Pêra e foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.
Último filme dirigido por Babenco, Meu Amigo Hindu apresenta o cineasta Diego, que sofre de um câncer terminal. Internado em um hospital, ele divide o quarto com um menino hindu, com quem faz amizade. Além de contar traços biográficos do diretor, a produção merece destaque pelo elenco formado por Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Bárbara Paz, Dan Stulbach entre outros.
Mais sobre a Spcine Play:
A Spcine Play é a única plataforma pública de streaming do Brasil e conta com aproximadamente 200 títulos, divididos entre filmes, séries, shows, espetáculos, talks e performances para assistir sem sair de casa.
Por lá, ainda dá para encontrar raridades de grandes nomes do cinema brasileiro, como Hector Babenco, Zé do Caixão e Suzana Amaral e Ana Carolina. Há ainda filmes das principais mostras e festivais de cinema de São Paulo, além de um catálogo voltado para crianças.
Desde o dia 17 de março todo o catálogo pode ser acessado gratuitamente por 30 dias de qualquer lugar do Brasil.
Confira abaixo todos os filmes de Hector Babenco disponíveis na Spcine Play:
· Pixote – a lei do mais fraco
· Meu Amigo Hindu
· Brincando nos Campos do Senhor
· Carandiru
· Coração Iluminado
· Lúcio Flávio – O passageiro da agonia
· O Beijo da Mulher Aranha
· O Rei da Noite
| Hector Babenco | Reserva Cultural anuncia retrospectiva
Para celebrar o lançamento de “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, a Imovision e a HB Filmes em parceria com o Reserva Cultural prepararam uma retrospectiva especial com as obras de Hector Babenco.
Para celebrar o lançamento de “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, a Imovision e a HB Filmes em parceria com o Reserva Cultural prepararam uma retrospectiva especial com as obras de Hector Babenco. Será exibo um filme do diretor por semana até a data de estreia do documentário que aborda sua vida e morte, e chega aos cinemas no dia 09 de abril.
A celebração começa com “Pixote, a lei do mais fraco”, que será exibido restaurado em 4K em uma data muito especial, 07 de fevereiro, aniversário de Hector Babenco.
Durante o mês de fevereiro e março, as exibições da Retrospectiva Especial Hector Babenco seguem no Reserva Cultural São Paulo com as cópias em 35mm dos filmes “O Rei da Noite”; “Coração Iluminado”; “O Passado”; “Lucio Flavio”; “Brincando nos Campos do Senhor”; “O Beijo da Mulher Aranha” e “Carandiru”.
Premiado com Leão de Melhor Documentário Sobre Cinema no Festival de Veneza, “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, também conquistou o prêmio de Melhor Documentário no MIFF 2020 (Festival Internacional de Cinema de Mumbai), na Índia.
O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida. O documentário é uma produção HB Filmes e produzido por Bárbara Paz. A coprodução é da Gullane, Ava Filmes, Lusco Fusco, Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil.
Serviço mostra Retrospectiva Especial Hector Babenco:
07/02 – Pixote – Sessão seguida de debate com Roberto Gervitz, Rodolfo Sanchez e Jorge Durán
12/02 – O Rei da Noite
19/02 – Coração iluminado
26/02 – O Passado
04/03 – Lucio Flavio
11/03 – Brincando nos Campos do Senhor
18/03 – O Beijo da Mulher Aranha
25/03 -Carandiru
Um conceito de cinema que se torna referência no Brasil
Com mais de 13 anos de existência, o conceito único do cinema Reserva Cultural fez desta marca uma referência em São Paulo e agora no Brasil, não somente pela qualidade dos filmes exibidos, como também pelos espaços gastronômicos e eventos que oferece ao seu público, além da excelência dos seus serviços nas cidades onde atua. Definitivamente, o Reserva Cultural é bem mais que um cinema e a fidelidade dos seus frequentadores demostra isso todo dia.
CINEMA RESERVA CULTURAL SÃO PAULO
Av. Paulista, 900 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01311-000
Telefone: (11) 3287-3529
Siga-nos nas redes sociais: Facebook @ReservaCultural // Twitter @ReservaOficial
Estacionamentos conveniados:
MULTIPARK: R. São Carlos do Pinhal, 303 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01333-001. Convênio R$ 20,00 / 5 horas. 24 horas
GLOBAL PARK: Alameda Campinas, 300 – Jardim Paulista, São Paulo – SP, 01404-000 Convênio: R$ 10,00 / 3 horas (com serviço de manobrista). Não funciona aos Sábados, Domingos e Feriados.
PARE BEM: Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 424, São Paulo – SP, 01333-001. Convênio R$ 20,00 / 5 horas. 24 horas
| Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou | Documentário ganha data de estreia e trailer
Novo trailer de “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou confirma data de estreia no Brasil em 2020
Premiado com Leão de Ouro em Veneza, “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, vai ser exibido no Festival de Havana na quinta-feira, dia 12, às 15h00 na Infanta Sala I. Já no Festival do Rio 2019 o documentário será exibido no domingo, dia 15, às 19h00, no Odeon. A diretora vai estar presente nas duas sessões.
O filme também ganhou trailer e já tem data de estreia confirmada com distribuição da Imovision para 09 de abril de 2020. Assista ao trailer abaixo.
O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.
| Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou | Documentário de Bárbara Paz é selecionado para o festival de Veneza
“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, também produzido por Bárbara Paz, Myra Babenco e os irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane é selecionado para o 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza
“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, também produzido por Bárbara Paz, Myra Babenco e os irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane é selecionado para o 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O longa participará da Mostra Competitiva Venice Classics (agrega documentários sobre cinema ou sobre autores de hoje ou do passado).
O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.
A produção marca a estreia de Bárbara Paz como produtora e diretora de um longa-metragem.
“O filme é um poema visual, minha ode para Hector. É também minha despedida para ele. A partir dos meus olhos se revelam o homem interior e seu amor pelo cinema, amor este que o ajudou a manter-se vivo por tantos anos. Ele morreu bem como viveu, filmando até o fim” comenta Bárbara.



