No ano de 1988, um homem insatisfeito com a situação do país sequestrou o voo da Vasp 375 com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto em Brasília e o antigo presidente da república.
Em 29 de setembro do ano de 1988, Raimundo Nonato Alves da Conceição, um homem insatisfeito com a situação política em que vivia o Brasil e cansado com a falta de empregos e oportunidades para sua família sequestra o avião da Vasp 375 que partia de Confins, em Belo Horizonte, com destino ao Rio de Janeiro. O seu objetivo era um: colidir com o Palácio do Planalto e matar o ex-presidente da república, José Sarney.
Portando um revólver calibre 32, ele matou o copiloto Salvador Evangelista e obrigou o comandante Fernando Murilo a mudar sua rota para Brasília, em direção à sede do governo brasileiro. Se vendo responsável pela vida de mais de 100 pessoas a bordo, o piloto teve que desempenhar uma manobra heroica e nunca antes realizada na história da aviação, a tonneau, que desestabilizou o sequestrador e deu a possibilidade de pousar em segurança no aeroporto de Goiânia.
Apesar de uma morte confirmada, o comandante Murilo é considerado um herói nacional por ter salvado a vida de várias pessoas e ter impedido uma tragédia muito maior. Porém, nunca foi reconhecido no país como merecia.
Essa história não tão conhecida no país agora vira um filme com o lançamento de “O Sequestro do Voo 375” em 07 de dezembro nos cinemas de todo o país.
