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| Calibre.180 | Curta ganha data de exibição

O curta-metragem “Calibre.180”, escrito e dirigido pela atriz Shirley Cruz. O filme tem como fio condutor a violência contra a mulher, sobretudo contra as mulheres negras, inspirado no disque-denúncia 180 e tem participação de Tais Araújo, Juliana Alves, Sheron Menezes, Elisa Lucinda, além da própria Shirley.

De 21 a 27 de março com uma série de entrevistas, lives, filmes e performances audiovisuais, o projeto CALIBRE.180 questionará o porque que as mulheres continuam  morrendo. O evento vai discutir os caminhos da denúncia, o acolhimento às vítimas e  as principais ferramentas para o combate ao feminicídio. O filme manifesto inspirado no Ligue 180 – Central de atendimento à mulher, tem direção de Shirley Cruz e no elenco  nomes como Taís Araújo, Juliana Alves, Sheron Menezzes, Cris Vianna, Cacau Protásio,  Roberta Rodrigues, Jéssica Ellen, Elisa Lucinda entre outras e será exibido no YouTube do projeto. Assista ao trailer abaixo.

O Evento – Manifesto tem como objetivo contribuir para o fim da violência doméstica, sobretudo na diminuição do número de casos durante a pandemia. Um celular na mão, um número na  cabeça e uma denúncia bem assistida podem significar uma mulher a menos na direção da  morte. Além do lançamento do filme CALIBRE.180, a programação conta com entrevistas com Promotoras de Justiça, Coordenadores de Projetos, integrantes do Conselho da Criança e do adolescente, roteiristas, além de filmes, performances artísticas e uma Mostra em  homenagem à premiada Cineasta Susanna Lira, que tem em seu currículo filmes como “Torre das Donzelas”, “Legítima Defesa”, “Mataram nossos filhos, “Porque temos esperança” e  Damas do samba”. O trabalho da diretora é destaque na defesa dos direitos humanos. 

O curta-metragem CALIBRE.180 filmado no auge da pandemia, contou com parcerias muito  importantes. A maior parte do elenco em gravação remota como Taís Araújo, Sheron  Menezzes, Cris Vianna, Cacau Protásio, Juliana Alves, Elisa Lucinda, Jéssica Ellen, Roberta  Rodrigues, Heloisa Jorge, Dandara Mariana e Jeniffer Dias, contam essa história ao lado de 

Shirley Cruz e a trilha sonora principal é na voz de Elza Soares. O filme destaca ainda que os  números apontam que a maioria das vítimas são mulheres negras e periféricas. Nesse sentido, o engajamento dessas atrizes reconhecidas pelo grande público potencializam vozes,  acreditando no poder do audiovisual e na disseminação da informação para ampliar as  possibilidades de apoio ao enfrentamento a violência contra a mulher. O maior desejo é encorajar não só as mulheres a denunciarem os seus agressores, mas também a comunidade,  a família e todo seu entorno. 

O FILME  

Um lar violento e uma rotina de dor que se cumpria com rigor. O agressor é o mesmo, ele  sempre esteve lá. Mas aí vem a pandemia e a convivência sem interrupções de tempo e sem  gatilhos que desarmem as tensões, escancaram a violência contra a mulhe

Bruno Simioni Cunha Ver tudo

Biólogo, estudante de jornalismo, cinéfilo e nerd que adora dividir conhecimento

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