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| Homem-Aranha no Aranhaverso | Crítica

Confira a crítica de Homem-Aranha no Aranhaverso

O Homem-Aranha quando iniciou as adaptações de quadrinhos, lá nos anos 2000 pela Sony, muita gente (me incluo) não imaginava que alguns anos depois teríamos filmes de super-heróis saindo a cada dois ou três meses.
Claro, muito mudou neste mundo, inclusive temos um Homem-Aranha nos Vingadores e com isso o personagem se tornou ainda mais conhecido, o que facilita o entendimento do grande público, não temos aqui a história de origem clássica com a morte de Tio Ben e a moldagem do herói, aqui em um primeiro ato de 5 minutos explica tudo mesmo que apareça um único Peter Parker.
Quando a tela começa a ser inundada de versões de Homens Aranhas e Peter’s Parker’s se imagina que algum dele ficará de lado e não será trabalhado ou o foco em algum momento será Miles Morales, mas o excelente roteiro de Rodney Rothman (Anjos da Lei) e Phil Lord (Uma Aventura Lego) trabalha todos muito bem e ainda deixa espaço pra diversos easter eggs de tudo que já foi criado para o personagem de lá pra cá.


Miles Morales (Shameik Moore) que é umas grandes surpresas da Marvel Comics dos últimos tempos, sucesso esse que o fez ser incorporado ao universo regular dos quadrinhos e até mesmo participar de arcos recentes da editora como Guerra Civil II.
Fica claro ao espectador desde a primeira aparição de Miles, que ele é diferente de Peter Parker (Jake Johnson) por diversos motivos e talvez seja por isso a adoração pelo personagem de uns anos pra cá. Ele encanta, diverte e traz toda o drama que um garoto adolescente que se descobre super-herói de um dia para outro.
A boa história de Homem-Aranha no Aranhaverso é justamente por dar a peculiaridade e profundidade que cada Aranha do multiverso precisa, claro que Miles é o foco principal, mas não significa que os outros não tem tempo de tela necessário.


Os outros Aranhas mostrados são o Porco-Aranha é praticamente um desenho dos Looney Tunes e conta com um traço 2D tradicional que destoa de uma forma interessante no longa; Peni Parker, a versão japonesa do herói, é uma homenagem constante aos animes; e o Homem-Aranha Noir, além de ser preto e branco, brinca com todos os clichês do gênero. Tudo o que eles fazem é uma espécie de easter egg, que são outro ponto alto da produção e se prepare pra uma enxurrada deles. Vale até mesmo uma segunda visita ao cinema pra ver todas.
Homem-Aranha no Aranhaverso é com certeza um dos melhores produtos feitos com o Teioso o que faz a visita ao cinema obrigatória para o fã, mas calma que mesmo você que conseguiu ficar alheio ao mundo de super-herói vai se divertir, se emocionar e adorar a animação.

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