Vilão Carnificina (Woody Harrelson) é destaque no novo trailer de Venom – Tempo de Carnificina.
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| Venom – Tempo de Canificina | Filme ganha novo trailer
Longa Venom: Tempo de Carnificina ganha seu primeiro trailer, mostrando o visual de Carnificina pela primeira vez.
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“Venom – Tempo de Carnificina” ganha nova data de estreia nos cinemas brasileiros.
Continue lendo “| Venom: Tempo de Carnificina | Filme ganha nova data de estreia”| CCXP 18 | Resumo e fotos do primeiro dia
Confira o resumo do primeiro dia de Comic Con Experience
A CCXP abriu os portões ao meio dia para receber o público que ansiava por percorrer os corredores do São Paulo Expo, em busca de experiências épicas que só acontecem por aqui. E o primeiro dia foi recheado de celebridades do universo do entretenimento.
Uma orquestra interpretou a música tema da série Game of Thrones para anunciar um dos painéis mais aguardados do festival e receber as estrelas da série. Maisie Williams e John Bradley-West subiram ao palco levando o público ao delírio. Numa entrevista descontraída com seus diretores, os artistas conversaram sobre a expectativa para a última temporada e a saudade que estão de quando começaram as gravações, além de brincaram sobre alguns momentos dos personagens ao longo da trama. Ao final, foi apresentado um teaser da última temporada que vai ao ar nos canais HBO em 2019. O auditório do Cinemark, lotado, ovacionou Maisie e Bradley do início ao fim.
Maisie Williams e John Bradley-West
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Orquestra executando a música tema da série Game of Thrones antes da abertura do painel
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Outro ponto alto da programação do espaço foi a presença de Guilherme Briggs, Paola Oliveira e Lorenzo Di Bonaventura, produtor de Transformers, para um bate-papo sobre o filme Bumblebee, com estreia prevista no Brasil para o dia 25 deste mês. Durante a apresentação da Paramount, cenas foram apresentadas em primeira mão, o que animou ainda mais auditório.
Guilherme Briggs e Paola Oliveira
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Lorenzo Di Bonaventura, produtor de Transformers
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
O local também foi palco da homenagem ao cineasta Chris Columbus, diretor de filmes como Os Goonies e franquia Harry Potter, que foi recebido por Erico Borgo, no primeiro painel desta edição, para um bate-papo que lembrou os grandes sucessos de sua carreira.
Chris Columbus
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Os bastidores da série American Gods foram tema da conversa do protagonista Ricky Whittle com Aline Diniz.
Aline Diniz e Ricky Whittle
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
O elenco de Ilha de Ferro, da Globoplay, também passou pelo auditório para contar histórias sobre a nova produção de grande sucesso do Grupo Globo. O painel contou com as participações dos atores Cauã Reymond e Kléber Toledo e a das atrizes Sophie Charlotte e Maria Casadevall. A série já está disponível no serviço de streaming da emissora.
Cauã Reymond (Dante)
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Maria Casadevall (Júlia), Kléber Toledo (Bruno) e Sophie Charlotte (Leona)
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Creators Stage
Grande novidade da quinta edição do festival, o Creators Stage recebeu o Encontro Nacional de Podcasts – com Phelipe Cruz, do Papel Pop, Bárbara dos Anjos Lima, do Estamos Bem, Thiago Borbs, do Judão, Jurandir Filho, e Cris Dias e Alexandre Maron, do BrainCast – para uma conversa sobre Cultura Pop e a popularização desse meio de comunicação. Segundo os participantes, o formato traz mais liberdade com conteúdo e tempo. “Você pode trabalhar com pessoas e assunto que gosta, pode mudar de ideia e falar de onde você estiver”, explica Cris Dias. “Para criar um podcast, basta ter uma voz”, completa Alexandre Maron.
Encontro podcast – Creators Stage
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
O criador e roteirista de Ladybug, Jeremy Zag, foi outra atração do espaço. Ele subiu ao palco para falar sobre a terceira temporada da série do canal Gloob e apresentou ao público local trechos e imagens exclusivas, além de presentear os fãs com a notícia que vai produzir um musical da série. “É uma mistura de Homem-Aranha com Frozen”, brincou. A novidade agradou Júlia Rocha, 15 anos, fã da série. “Meu principal objetivo na CCXP é ver coisas exclusivas e, principalmente os spoilers. Foi surpreendente!”, vibrou.
Se os fãs ficaram felizes, o artista saiu do evento encantado. “Eu sou um grande fã de animações desde a minha infância, vou para todas as Comic Cons de San Diego. Essa é a minha primeira vez no Brasil e estou muito, muito, muito impressionado com o tamanho do festival e com a energia vinda daqui. Honestamente, não vejo diferença daqui para a de San Diego, vocês estão de parabéns!”, contou Jeremy Zag.
Jeremy Zag
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Auditório Ultra
O dia no Auditório Ultra começou com uma reunião de feras dos quadrinhos. John Romita Jr., Tom Grummett, David Michelinie, Ivan Reis e Joe Prado debateram sobre os 80 anos do icônico Superman. Os artistas falaram sobre o primeiro contato com o super-herói, seja pelas histórias ou então pelos famosos produtos assinados por José Luis García-López.
Painel 80 anos Superman
Crédito: CCXP/ I Hate Flash
Para celebrar outro aniversário, desta vez de anti-herói Venon, seu cocriador, David Michelinie, teve um painel inteiro dedicado ao seu trabalho. Pela primeira vez no Brasil, o artista contou estar impressionado com a CCXP. “Está sendo fantástico! Os espaços foram muito bem elaborados e distribuídos, ideal para garantir o ambiente de trocas de histórias”, contou.
Marcelo Forlani (Mediador) e David Michelinie
Auditório Prime
Bruno Honda abriu o Auditório Prime com a masterclass sobre carreiras. O ilustrador e quadrinista, que atualmente trabalha na Mauricio de Sousa Produções, falou sobre a importância de um planejamento estratégico na produção de entretenimento em geral, desde quadrinhos até conteúdo em vídeo. Também passou pelo palco o capista Felipe Massarera, que ilustrou um desenho do Batman enquanto falava com o público. Já a equipe da StartAmima Studios, contou sobre sua produção original de animação, O Grilo Feliz. Cris Peter falou sobre representatividade e diversidade nos quadrinhos e, por último, os designers da Galápagos Jogos conversaram sobre as dificuldades e curiosidades de produzir os jogos de tabuleiros de grandes franquias.
Fotos & Encontros
O primeiro dia de encontros com os ídolos tirou muito suspiro dos fãs. Durante uma tarde de autógrafos, patrocinada pela operadora Oi, os visitantes tiveram acesso a importantes nomes da cultura pop, como Manu Bennett, o Exterminador, da série Arrow; Chris Columbus, diretor dos filmes Esqueceram de Mim, Harry Potter e Gremlins; e Ricky Whitlle, ator protagonista da série American Gods. O público saiu encantado e ainda mais apaixonado. Para Ricardo Vieira, de Brasília, essa é uma lembrança para se guardar por toda a vida. “O Chris Columbus é demais. Ele atendeu os fãs com muito carinho e gentileza”, ressalta.
Board Games
O evento conta também com a Arena Board Games. No espaço, os visitantes têm acesso a mais de 20 clássicos e modernos jogos de tabuleiro, que são sucesso entre os apaixonados pela categoria. “A arena foi um dos grandes motivos pelo qual decidi vir ao CCXP. Eu sou um apaixonado por esses jogos e não tenho acesso diretamente a eles no meu cotidiano. Esse é o lugar ideal para jogar e conhecer o que tem de novidade”, comentou André Queiroz, do Rio de Janeiro.
Para o CCXP 2018, a marca Galápagos apresentou o Attack on Titan – Todos contra os titãs. Neste jogo, os participantes se transformam em heróis de um dos animes mais assistidos do mundo e, junto com seus companheiros, organiza estratégias para destruir o titã. A novidade foi um dos destaques do espaço.
Oi Game Arena
Parte importante da cultura pop, os games têm espaço garantido na Game Arena. As semifinais do Desafio CCXP de League of Legends reuniram amantes do eSports para conferir os confrontos entre as equipes Flamengo X IDM Gaming e Red Canids X Team One. Jogadores amadores, fãs, grupos de amigos, pais e filhos tiveram a oportunidade vivenciar no mundo real o que costumam experimentar no virtual.
Disposto a dedicar grande parte do primeiro dia da CCXP na Arena Games, Luís Carlos Tomás Pereira, de Palmas, TO, explica a emoção de estar presenciando a partida: “a sensação de ver alguém que eu torço jogando na minha frente é indescritível”, vibrou. Os ganhadores classificados, Flamengo e Team One, irão competir pelo primeiro lugar no sábado, 9.
Cosplay Universe
Na CCXP os grandes encontros não são somente entre ídolo e fã. Os personagens dos games, quadrinhos, animes e telinhas são materializados para o mundo real e, por isso, não é difícil ver um papo de amigos entre Triss, The Witcher 3, e o Arqueiro Verde no Cosplay Universe. Quem passou por lá hoje teve a oportunidade de ver se perto a musa russa Irina X, uma das cosplayers mais famosas do mundo. Ricardo Gourlat e Rogério Miranda vieram especialmente para a atração. “Vale muito a pena, como fã de games, por exemplo, você dificilmente vai ter a chance estar perto do personagem que curte de uma maneira tão realista e só o Cosplay proporciona está oportunidade”, conta Ricardo. “Venho todos os anos e sempre dou uma atenção especial ao Cosplay por ser a realização do mundo que me diverte diariamente”, completa Rogério.
Serviço CCXP
Data: De 06 a 09 de dezembro de 2018
Horários:
Quinta-feira
(06 de dezembro) – 12h às 21h
(06 de dezembro) – 12h às 21h
Sexta-feira
(07 de dezembro) – 12h às 21h
(07 de dezembro) – 12h às 21h
Sábado
(08 de dezembro) – 11h às 21h
(08 de dezembro) – 11h às 21h
Domingo
(09 de dezembro) – 11h às 20h
(09 de dezembro) – 11h às 20h
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Água Funda, São Paulo – SP.
| Venom | Entenda as cenas pós créditos
Entenda o que implica as cenas pós créditos de Venom
Cuidado com spoilers!
Confira as cenas pós créditos de Venom. Cuidado o texto a seguir possui spoilers
Confira a crítica de Venom: | Venom | Crítica
CENA 01
Eddie Brock visita Cletus Kassady (Woody Harrelson) em um local que parece uma prisão e faz algumas perguntas sobre um simbionte. Cletus apenas ri e a cena acaba.
O fã mais atento sabe que Cletus é o Carnificina, outro simbionte. Então temos aqui uma introdução simples ao personagem e uma possível participação do personagem em uma sequencia de Venom.
CENA 02
Após os créditos finais, a seguinte cena aparece: “Enquanto isso em outro Aranhaverso” e temos aqui diversas cenas de Homem Aranha: No Aranhaverso. Temos um pequeno vislumbre de todos os Homem Aranha neste longa animado, temos aqui Peter Parker, Miles Morales, Gwen Stacy e Homem Aranha: Noir. O longa estreia em janeiro de 2019.
| Venom | Crítica
Confira a crítica de Venom
Venom vem para o cinema como uma aposta da Sony Pictures em trazer elementos do universo do Homem Aranha fora do construído nos filmes solo do herói em parceria com a Marvel Studios. Então este filme está fora da linha temporal de Homem Aranha: De Volta ao Lar (2017) e Vingadores: Guerra Infinita (2018).
Como o universo é novo, temos aqui um primeiro ato baseado em construção, mostrando Eddie Brock (Tom Hardy) como jornalista investigativo e marido de Anne (Michelle Williams), um ato fraco mas seguro explicando o necessário pra todos entenderem a história.
O filme que parece fraco, infelizmente se mostra fraco, por ser simples demais ele tem diversos deslizes de roteiro. O roteiro de Scott Rosenberg (Jumanji: Bem Vindo a Selva) erra diversas vezes, alguns erros até são justificáveis, mas alguns são no mínimo estranhos. Por exemplo, um jornalista investigativo que erra constantemente não poderia ter a fama que Eddie tem.
O único ponto bom de Venom são as cenas de ação, onde o estúdio consegue trazer um bom dos simbionte na telona, esse trabalho está impecável, o problema é quando Venom tem que falar ou interagir com o ambiente sem ter que quebrá-lo, neste filme há diversos alívios cômicos mal inseridos que não agregam nada a cena. Constrangedor.
O longa não utiliza o bom elenco que tem, temos aqui um Tom Hardy (Mad Max: Estrada de Fúria) inconsistente e conforme o filme avança sua relação com o simbionte é mal explorada, O elenco feminino que tem a parte séria do longa, não somam ao longa e tem pouco tempo de tela, mal lembramos que Jenny Slate (The Gifted) está no longa, a menos aproveitada.
Até o vilão deste longa é fraco e ser mesmo do mesmo, Riz Ahmed (Rogue One: Uma História Star Wars) traz um vilão com aquelas famosas frases megalomaníacas e bíblicas, sem o menor peso ou consequencia. Até mesmo quando ele é infectado pelo Simbionte se tornando o Tumulto, ele não muda sua personalidade comum.
Temos em Venom um filme ruim e fora do esperado, sem se levar a sério. A Sony começa mal seu início de universo compartilhado e esperamos que os próximos filmes (Se acontecerem) melhorem este universo.
Confira sobre as cenas pós créditos:Cenas pós créditos de Venom














