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| Adoniran – meu nome é João Rubinato | Crítica

Confira a crítica de Adoniran – meu nome é João Rubinato



Adoniran Barbosa, autor de sucessos como “Trem das Onze” e “Saudosa Maloca”, carrega o título de maior sambista paulista de todos os tempos. A cidade de São Paulo era a personagem principal de suas canções e radionovelas. Através de imagens de arquivos raras e nunca vistas antes, o compositor e cantor paulistano, que faleceu em 1982, é redescoberto pelo público, com ótima curadoria de diretor e roteirista Pedro Serrano.
O diretor começa de uma forma não usual, pois ele foca no persona compositora de Adoniran, então não temos foco na infância ou de como foi seu nascimento, somos apresentados ao compositor quando começava a carreira e seus hábitos de boêmio.

Conforme a narrativa avança vamos sendo apresentados a pessoas que conheceram seu trabalho, de como há diversas histórias com diversos lados nas andanças de Barbosa, algumas coisas são inclusive esclarecidas, não no sentido de mostrar um novo lado do biografado, mas sim de abrir caminho aos diversos trabalhos que ele teve nas radionovelas, novelas e rodas de samba.
Um dos focos do filme são nas letras de Adoniran de como ele não seguia as regras gramaticais dava um tom diferenciado as canções se como ele mesmo diz ‘Acontece que é preciso saber falar errado. Falar errado é uma arte, se não vira deboche’
 Cena de Adoniran – meu nome é João Rubinato
Fonte: Pandora Filmes
Adoniran era um cronista da cidade de São Paulo, diversos locais são homenageados e o filme tem seus momentos para explicar estas escolhas do compositor, o tom chega até a ser didático em alguns momentos, mas os melhores momentos são os dedicados a mostrar a personalidade do protagonista e como ele destoa do que esperamos de um sambista.

O filme de Pedro Serrano foca no que é importante, as músicas e trabalho de Adoniran sem perder tempo com momentos para aumentar o tempo de exibição, ele tem o tempo certo e uma boa montagem com as escolhas certas para mostrar a vida de Barbosa.

Esse é o único problema de ‘Adoniran – meu nome é João Rubinato’ de ter uma montagem dentro do esperado, nada que comprometa a qualidade, mas no ‘sentido técnico’ segue o modo operante de um documentário, como boas imagens de arquivo e entrevistas.

 Cena de Adoniran – meu nome é João Rubinato
Fonte: Pandora Filmes
Para os amantes do músico, do samba e paulistanos é um filme primordial, devemos ver narrativas que nos mostram um mundo diferentes e como tivemos pessoas que souberam traduzir sentimentos tão diferentes em diversas obras.

Nota: 3/5

Saldo: Filme sério, com uma homenagem sóbria de Adoniran.      

Instagram: @npmes
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| Adorinan – Meu nome é João Rubinato | Filme ganha novo trailer

Filme que homenageia Adoniran Barbosa ganha novo trailer

O filme “ADONIRAN – MEU NOME É JOÃO RUBINATO”, de Pedro Serrano, acompanha vida e a obra de Adoniran Barbosa (1910-1982), o maior nome do samba paulista, autor de sucessos como “Trem das Onze” e “Saudosa Maloca”. Por meio do acervo pessoal do artista, imagens de arquivo raras e depoimentos de amigos e familiares, o público poderá descobrir um personagem multifacetado, que retratou a sua São Paulo em canções e personagens de rádio. Tendo a cidade como coadjuvante, o documentário traça um paralelo entre a metrópole de hoje e aquela vivida por Adoniran. Numa jornada por seu universo criativo, cheio de controvérsias alimentadas por ele mesmo, revela-se, por trás da figura pitoresca e de fala engraçada, um artista profundamente sensível às mazelas do povo. 

As músicas de Adoniran estão no imaginário e na memória de todos os brasileiros, são crônicas perfeitas da realidade do povo e muitas delas retratam a transformação da São Paulo provinciana numa megalópole ao longo do século XX. Escutando suas letras, o diretor de ADONIRAN – MEU NOME É JOÃO RUBINATO, Pedro Serrano, sempre achou que eram muito visuais e decidiu fazer o curta-metragem “Dá Licença de Contar” (que abrirá as sessões do documentário nos cinemas), uma viagem onírica pelo universo criativo do sambista.  Assista ao trailer abaixo.


Longa estreia no dia 23 de janeiro, próximo ao aniversário de São Paulo
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| Turma da Mônica: Laços | Filme tem a pré venda de ingressos liberada

Turma da Mônica: Laços tem a venda de ingressos liberados

Começou a contagem regressiva! Falta exatamente um mês para a turminha mais querida do Brasil estrear em todas as salas do país. “Turma da Mônica – Laços”, de Daniel Rezende, estreia no dia 27 de junho e a partir de quinta que vem, 6 de junho, começa a pré-venda de ingressos.
O live-action “Turma da Mônica – Laços” chega aos cinemas seis anos depois da graphic novel homônima ser lançada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi.   Em 2011, a Mauricio de Sousa Produções decidiu convidar essa dupla de jovens e talentosos artistas gráficos mineiros para recriar visualmente o universo de seus personagens mais famosos. Nascia assim a Turma da Mônica: Laços, que se tornou a graphic novel mais vendida do país e conquistou um dos principais prêmios dos quadrinhos no Brasil, o Troféu HQ Mix, nas categorias Edição especial nacional e Publicação infantojuvenil.
A trama do filme segue a essência da graphic novel homônima que a originou. O cãozinho de estimação do Cebolinha desaparece, e seus amigos enfrentam muitas aventuras e riscos para ajudá-lo a encontrar o Floquinho, provando que a amizade é um dos valores mais importantes para unir as pessoas.
“Quando Lu e eu fomos convidados a fazer uma graphic novel da Turma, uma das primeiras coisas que a gente pensou foi: como seria um filme da Turma da Mônica? Queríamos que a história tivesse um clima parecido com o de alguns filmes que marcaram nossas infâncias como ‘Goonies’ e ‘Conta Comigo’. Queríamos também criar uma história que conversasse com a infância de todo mundo. Não importando se essa infância aconteceu há vinte anos, trinta anos, ou se está acontecendo agora. Por isso, a história tem várias camadas. Algumas dessas camadas conversam mais com esse lado nostálgico dos adultos e outras com as crianças atuais”, conta um dos autores Vitor Cafaggi.
         “O mais legal da Turma é essa possibilidade da gente encontrar, na simplicidade da ficção deles, histórias tão multifacetadas e delicadas como as do nosso dia a dia”, complementa a coautora Lu Caffagi.  
“Turma da Mônica – Laços” é uma produção da Biônica Filmes e Quintal Digital, em coprodução com a Mauricio de Sousa Produções, Latina Estudio, Paris Entretenimento, Paramount Pictures e Globo Filmes. A distribuição é da Paris Filmes e Downtown Filmes.

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| Turma da Mônica: Laços | Filme ganha novo trailer

Confira o novo trailer de Turma da Mônica: Laços

Com seu lançamento marcado para 27 de junho de 2019, o filme “Turma da Mônica – Laços”, dirigido por Daniel Rezende, segue ganhando novidades: chega agora o segundo trailer
O novo vídeo revela que Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Cascão (Gabriel Moreira) e Magali (Laura Rauseo) descobrem uma pista sobre o sumiço do cão Floquinho e decidem se aventurar sozinhos pelo Parque das Andorinhas para tentar encontrá-lo. Confira o novo trailer abaixo.


O diretor Daniel Rezende comentou o trabalho nessa reta final para o lançamento do longa: “Está sendo uma alegria trabalhar na finalização do filme. Acho que assistir a ‘Laços’ vai ser tão divertido e emocionante quanto ler uma história em quadrinhos desses personagens queridos da nossa infância.”