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| A Menina que Matou os Pais | Filme ganha primeiro trailer

A Menina que Matou os Pais ganha seu primeiro trailer






Galeria Distribuidora acaba de divulgar um pôster e um teaser com as primeiras cenas de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou meus Pais”, filmes baseados nos depoimentos de Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos durante o julgamento do assassinato dos pais dela. Assista ao trailer abaixo.




Com filmagens realizadas durante sete semanas na cidade de São Paulo, os filmes têm roteiro de Ilana Casoy (autora de “Casos de Família: Arquivos Richthofen”, também sobre o caso) e Raphael Montes, com base nos autos do processo. A direção é de Maurício Eça, com produção da Santa Rita Filmes e coprodução da Galeria Distribuidora e do Grupo Telefilms.

No elenco estão Carla Diaz (Suzane von Richthofen), Leonardo Bittencourt (Daniel Cravinhos), Allan Souza Lima (Cristian Cravinhos), Leonardo Medeiros (Manfred von Richthofen), Vera Zimmermann (Marísia von Richthofen), Debora Duboc (Nadja Cravinhos), Augusto Madeira (Astrogildo Cravinhos) e Kauan Ceglio (Andreas von Richthofen).

A estreia simultânea de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou meus Pais” está prevista para 2 de abril.
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| Caso Von Richthofen | História será mostrada em 2 filmes

Caso Von Richthofen: história será contada em 2 filmes simultâneos que estreiam no mesmo dia

A história do Caso Von Richthofen será contada em dois filmes, que estreiam simultaneamente em 2020 e serão exibidos em sessões alternadas nas mesmas salas. Formato inédito no cinema mundial, as duas versões da mesma história estão em filmagem. Esta foi a solução artística encontrada pelos produtores para serem fiéis ao que está narrado nos depoimentos oficiais dos então namorados Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos. 
Como a produção do filme não tem qualquer relação com os autores do crime, tudo o que se verá nas telas tem como fonte os autos do processo. Os envolvidos com o crime não receberam dinheiro da produção, nem receberão no lançamento. Além disso, o filme é produzido sem dinheiro público. Cem por cento da verba investida é dos próprios produtores, a Santa Rita Filmes (produtora), a Galeria Distribuidora (coprodutora e distribuidora) e o Grupo Telefilm (coprodutor).
– Temos a mesma história contada em duas versões do crime e, o que pouca gente sabe, os bastidores anteriores ao crime. Tudo narrado oficialmente durante o processo e em especial no julgamento – explica o produtor da Santa Rita Filmes, Marcelo Braga. – O brasileiro vem assistindo a filmes e séries sobre histórias como essas produzidas no exterior. Há um interesse sobre esse assunto que é natural. É uma forma de nos confrontarmos com aspectos do ser humano que repudiamos, mas que estão ali, não podemos negar.
– Temos discutido muito internamente o que é verdade. O que ela fala e o que ele fala. É verdade? Se eles estão falando coisas diferentes, qual é a verdade?  Um filme será a versão da Suzane e o outro, a do Daniel – detalha o diretor Maurício Eça. – São coisas que a gente descobriu na leitura do processo, versões, às vezes do mesmo fato, mas diferentes.