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| Bravestrom | Crítica

Confira a crítica de Bravestorm

O filme de ficção científica / tokusatu Bravestorm diz que no ano de 2050, a Terra foi invadida por alienígenas chamados Killgis que mataram quase toda a humanidade quando liberaram um gás tóxico na atmosfera, cabe então aos irmãos Karuga retornar ao passado para eliminar a ameaça antes da dominação.

Premissa simples e já utilizada pelo gênero, o problema é o diretor Junya Okabe não trabalha bem essa premissa, não há aquela sensação de perigo e roteiro feito pelo mesmo traz saídas fáceis além de não especificar boa parte trama.

A viagem no tempo e efeitos visuais até tem bons momentos de tela, mas nenhum consegue trazer a carga dramática necessária para um filme deste porte, tudo é resolvido em péssimas atuações atuações do elemento pouco usado, já que o enfoque do longa é o embate entre Barão Vermelho e Barão Negro, até mesmo de cenas que se espera grandes reviravoltas no longa são desperdiçadas em saídas fáceis, um exemplo é quando o cientista é convocado para construir o Barão Vermelho, é simplicidade que chega a ser estranho e tirar risos da platéia.

O longa tem diversos  erros de roteiro e continuidade, o que deixa Bravestorm um fraco desenvolvimento e com os personagens sem construção, não cria no espectador a empatia que um filme deste tipo precisa. Você não torce pra tudo dar certo.

O ápice do filme é a luta entre Barão Vermelho e Barão Negro, principalmente nas peças de marketings e trailers, e até que é boa, com bons efeitos, mas diversas partes e golpes são repetidas e não cria aquela adrenalina necessária em uma briga de robôs gigantes.

O filme não se leva a sério e infelizmente é o filme mais fraco do Festival de Anime Japonês, então veja os outros filmes e deixe Bravestorm pra depois. 

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| Tokyo Ghoul | Crítica

Confira a crítica de Tokyo Ghoul

Tokyo Ghoul foi lançado em 2011 onde era escrito e desenhado por por Sui Ishida, tendo uma sequencia ou novo arco chamado Tokyo Ghoul: Re lançado em 2014, mesmo ano de lançamento do anime a agora temos o primeiro live action abordando o arco clássico ou inicial.
O live action segue a mesma história do mangá e anime, onde um jovem universitário tímido Kaneki (Masataka Kubota) é atacado por um ghoul, uma entidade que precisa comer humanos ou carne humana para sobreviver; Kaneki sobrevive ao ataque, mas se torna um ghoul, o que faz procurar ajuda, fazendo com ele chegue a Kuzen (Kunio Murai) que o ajudará a viver como ghoul e humano.
O filme respeita este início, percebe-se pelos primeiros atos que o longa dirigido por Kentaro Hagiwara (Anniversary) respeitará o material original e dará tempo pra tudo acontecer, o que deixa o filme longo, mas tudo é válido para a construção de cada personagem, isso é muito bom até não fãs da franquia entendem todos os personagens apresentados.
A personificação dos personagens é dentro do esperado, e uma menção deve ser feita ao ator que faz o Kaneki, ele incorpora todos os trejeitos, a fala tímida, abordagem com outras pessoas e como o filme deixa, ele consegue construir o Kaneki que o fã espera.
O longa  constrói bem a história e a utiliza em diversos campos para mostrar a habilidade dos ghouls, os planos utilizados são excelentes trazendo muita qualidade a esta adaptação.
Os efeitos visuais e práticos do longa merecem elogios também, houve poucos momentos que eles não eram bem feitos ou mal utilizados, as cenas de ação e lutas são bem coreografados e trazem toda a adrenalina necessária os confrontos.
Claro que ao avaliar o mangá, anime e filme; Os dois primeiros são mais ricos e trazem mais detalhes, mas o desafio do live action é com certeza trazer uma boa história com os personagens que conhecemos, mas repeitando as origens e o material original. Então ao assistir o live action de Tokyo Ghoul se prepara, pois a história boa e longa.

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| Bungo Stray Dogs – Dead Apple | Crítica


                               Confira a crítica de Bungo Stray Dogs – Dead Apple

Confira a crítica de Bungo Stray Dogs – Dead Apple



Bungo Stray Dogs é uma mangá publicado desde 2012, cuja história remete a um grupo policial de elite chamado “Agência de Detetives Armados” para solucionar crimes que a polícia comum não consegue resolver, ou seja, problemas que necessitam de pessoas especiais. O anime chegou em 2016, com duas temporadas, disponíveis no Crunchyroll. E em 2018 ganhou seu primeiro filme, chamado de “Dead Apple”.

O longa inicialmente não muda a essência do anime principalmente quando a equipe é chamada para solucionar misteriosos suicídios que surgiram após uma névoa aparecer na cidade, cujo vilão chamado de Colecionador assume a responsabilidade pelos danos. O começo bem simples e esperado.

O filme foi criado pelo mesmo estúdio que criou as duas temporadas do anime, temos aqui um total respeito as características inicias e o visual que é um dos pontos principais do anime, é incrível durante todo o longa. De uma forma impecável. Ao assistir Dead Apple o espectador percebe a total atenção aos mínimos detalhes que enchem os olhos e a tela. Fora a trilha sonora que dá aquela adrenalina extra.

O filme é preciso ao trazer desenvolvimento de personagens e traçar uma história linear que atrai fãs e não fãs pela ótima história, a ação do longa é muito boa e traz todos os elementos necessários para uma boa história de Bungo Stray Dogs

O problema do longa seria justamente a se apegar demais ao material original, diversos momentos não são explicados, pois ocorrem no anime, não atrapalha a experiência, mas quem não conhece pode ficar perdido e pode não entender algumas explicações não dadas em algumas cenas.

E um mar de filmes não bons de anime, Bungo se supera e agradeça a Sato Company por trazer esse incrível longa ao Brasil.