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| Pacarrete | Filme ganha seu primeiro trailer


Longa estrelado por Marcélia Cartaxo, aborda questões como a loucura, a permanência do sonho e o drama da velhice de uma bailarina clássica ganha seu primeiro trailer


Dirigido por Allan Deberton, PACARRETE, que terá sua première nacional no dia 20 de agosto, no 47º Festival de Cinema de Gramado, selecionado para a mostra competitiva ganha seu primeiro trailer. Assista abaixo.



Pacarrete é uma bailarina incomum que vive em Russas, no interior do Ceará. Na véspera da festa de 200 anos da cidade, ela decide fazer uma apresentação de dança, como presente, “para o povo”. Mas parece que ninguém se importa…    



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| Pacarrete | Filme é selecionado para o festival de Gramado

Longa de Allan Deberton, baseado em fatos reais, é selecionado para a mostra competitiva de Gramado


Dirigido por Allan Deberton, PACARRETE fará sua estreia nacional no 47º Festival de Cinema de Gramado, selecionado para a mostra competitiva. O longa, inspirado em fatos reais, foi filmado na cidade de Russas, Ceará, onde viveu a personagem-protagonista. PACARRETE teve sua estreia internacional no 22th Shanghai International Film Festival (SIFF), Golden Goblet Awards.  


O primeiro longa-metragem do diretor Allan Deberton, aborda questões como a loucura, a permanência do sonho e o drama da velhice de uma bailarina clássica, Pacarrete, margarida em francês, como gostava de ser chamada e até hoje é lembrada por todos na cidade. Nascida e criada em Russas, alimentou desde criança o sonho de ser artista e viver a vida na ponta da sapatilha, mesmo sendo de uma cidade conservadora onde mulher nasceu para casar e ter filhos. Mas é em Fortaleza que ela consegue estar nos centros dos palcos como bailarina clássica e se tornar professora de ballet. Com a aposentadoria, a russana retorna para sua cidade natal, onde pretende dar continuidade ao seu trabalho artístico, mas só se depara com desrespeito à sua arte. Pacarrete continua respirando ballet e traduzindo sua vida em sequências de pliés e demi-pliés, à guisa de ribalta, nas calçadas e praças da cidadezinha. Em vez de plateias de admiradores e aplausos, ela se defronta com a troça e o despeito daqueles que cruzam seu caminho. A bailarina de outrora, que acredita ainda ser, transformou-se, na realidade, na “Louca da cidade”.


O elenco principal ainda conta com as atrizes paraibanas Zezita Matos (“Onde Nascem os Fortes”) e Soia Lira (“Central do Brasil”, “Abril Despedaçado”), o ator baiano João Miguel (“3%”, “Estomâgo”), os cearenses Débora Ingrid (A História da Eternidade), Samya de Lavor (“Inferninho”, “O último Trago””), Edneia Tutti (Os Olhos de Arthur) e Rodger Rogério (Bacurau), além da participação de atores e atrizes da própria cidade. 
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| Pastor Cláudio | Crítica

Confira a crítica de Pastor Cláudio


“Um povo que não conhece sua história está condenado a repetí-la” do filósofo Edmund Burke (1729-1797) é a primeira frase ao quem vem a tona quando começa a exibição de Pastor Cláudio por mostrar a época da ditadura militar brasileira (1964-1985) e como Cláudio Guerra foi um das peças importantes das atrocidades nesta época da história.
Cláudio (Agora pastor, por isso o título do filme) conta ao psicólogo Eduardo Passos que também é ativista dos Direitos Humanos com ênfase a atendimentos a vítimas da violência do Estado. Enquanto a conversa ou entrevista ocorre a diretora Beth Formaggini (Uma Família Ilustre) montra um cenário com um telão que são projetados fotografias e vídeos das vítimas.
Tecnicamente falando, conforme o filme com aspecto de documentário avança, começamos a entender o passado de Cláudio e até mesmo que não viveu na época da ditadura se surpreende de como tudo ocorre e como Cláudio lidou com as ordens que recebeu na época.
O filme é duro e forte mas sem apelar para violência ou cenas pesadas da época apenas as imagens simples e o “depoimento” de Cláudio é suficiente para causar a tensão necessária para um filme que toca em uma parte ruim da história brasileira.


O longa usa como referência histórica a Operação Radar (1973-1976) onde 19 integrantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB) foram torturados e executados e Cláudio tinha a missão de dar destino aos corpos, assim impedindo as famílias dos desaparecidos políticos a chance de enterrar seus entes queridos.
Os detalhes de como tudo ocorreu estão muito vivos na memória de Cláudio e como ele dá detalhes a tudo chegando a impressionar, mas não amacia todas ordens que ele executou ao longos dos anos.
Pastor Cláudio não foca em apenas no seu personagem título, ele dá nomes a diversos personagens reais na história mostrando que a questionável Lei da Anistia promulgada pelo então presidente João Batista Figueiredo (1918-1999) que reverte diversas punições a cidadãos por crimes na ditadura, ajuda a entendermos melhor o que houve neste período, afinal sem essa lei filmes como Pastor Cláudio seriam mais difíceis de serem feitos, teríamos muita dificuldade de mostrar a realidade da época para as futuras gerações ou relembrar essa época tenebrosa.
O longa é duro, mas se faz necessário, por contar nossa história como país e precisamos de filmes como esse para que isso não seja esquecido. 
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| Pastor Cláudio | Documentário ganha trailer

“Pastor Cláudio”, documentário escrito e dirigido por Beth Formaggini. O filme mostra o encontro entre o bispo evangélico Cláudio Guerra — ex-delegado responsável por assassinar e incinerar opositores à Ditadura Militar no Brasil (1964-1985).


“Pastor Cláudio”, documentário escrito e dirigido por Beth Formaggini. O filme mostra o encontro entre o bispo evangélico Cláudio Guerra — ex-delegado responsável por assassinar e incinerar opositores à Ditadura Militar no Brasil (1964-1985), — e Eduardo Passos — psicólogo e ativista dos Direitos Humanos, que trabalha no atendimento a vítimas da violência do Estado. A 4 Ventos Comunicação assina a produção e ArtHouse, a distribuição. Estreia dia 14 de março nos cinemas. Confira o trailer abaixo.


No longa, Pastor Cláudio, respaldado por uma polêmica Lei da Anistia e hoje membro ativo da comunidade evangélica, revela, dentre outros crimes, como fazia para desaparecer com corpos durante sua atuação no período da Ditadura. Com a abertura política, Cláudio trabalhou na segurança pública. Para registrar o diálogo entre o pastor e o psicólogo, a diretora Beth Formaggini monta um cenário com um telão em que são projetadas fotografias e vídeos de vítimas de um passado que perdura.
“Neste filme propus uma conversa entre Cláudio e Eduardo durante a qual se projetam as imagens, permitindo-nos ver a vinculação de Cláudio à violência do Estado praticada naqueles anos, além de perceber sua frieza aterradora”, explica a diretora. “A interação dos dois personagens e as cenas e fotos no telão, que também são projetadas no corpo de Cláudio, trazem à tona memórias e reflexões sobre a banalidade do mal e seus desdobramentos. A violência dos homens e do Estado continua a nos assombrar até hoje no Brasil e no mundo”.
“Pastor Cláudio” surgiu a partir da investigação de Beth Formaggini na direção do documentário “Memória Para Uso Diário” (2007), sobre o Grupo Tortura Nunca Mais e os desaparecidos políticos da ditadura. Em 2012, foi lançado o livro “Memórias de Uma Guerra Suja”, em que Rogério Medeiros e Marcelo Netto reuniram depoimentos de Cláudio Guerra. A partir deles, Beth conseguiu respostas para casos que permaneciam sem esclarecimento da Operação Radar (1973-1976), que executou 19 integrantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Foi então que a diretora partiu para Vitória em 2015 com objetivo de entrevistar Cláudio Guerra, em companhia de Eduardo Passos.
O longa venceu o prêmio de melhor filme no Festival de Vitória 2018 e participou do Festival Internacional de Cinema Documental (Equador, 2018), Festival Kinoarte de Cinema 2018, da mostra Brasil em Movimento (França, 2018), Festival Internacional de Mulheres no Cinema – FimCine 2018, Festival do Rio 2017, Festival de Havana 2017, Festival Internacional de Filme Documentário do Uruguai – Atlantidoc 2017, Forum Doc BH 2017 e do Festival Internacional Pachamama (Acre, 2017). 

Pastor Cláudio estreia dia 14 de março nos cinemas. 

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| Fevereiros | Crítica

Confira a crítica de Fevereiros


Fazer um documentário no Brasil, é um trabalho árduo, agora imagina o desafio de mostrar uma das grandes interpretes da música nacional, Maria Bethânia, com a missão de mostrar algo novo da cantora baiana. Marcio Debellian (O Vento Lá Fora) aceitou o desafio e traz um ótimo filme/documentário pros cinemas.

O filme parte de um ponto histórico conhecido, a homenagem da escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira a cantora em 2016, neste começo já se percebe que não é um filme biográfico e sim a contação de várias histórias, passando pela religiosidade da cantora e sua música.

O longa por se chamar Fevereiro, usa diversos elementos do carnaval e axé pra contar sua história, e se imaginava isso com o marketing do filme, mas o roteiro de Marcio vai além do trivial.


Maria Bethânia em Fevereiros
Foto: Divulgação – Primeiro Plano Com

O roteiro é não linear, o que faz disso melhor surpresa do filme, ao ir e vir na história de Bethânia entretém o espectador, mesmo trazendo uma linguagem mais ligada aos gêneros documentário ou histórico, mas é uma linguagem acessível e próxima ao espectador.

A parte técnica é simples ou resolve não ousar tanto, ele se apoia totalmente no carisma de Bethânia e por isso é bom, ele mostra diversas facetas da baiana, até mesmo brincadeiras com o irmão Caetano Veloso foram pra telona.

Entre idas e vindas a Bahia e Rio de Janeiro, Fevereiro é competente e firme, mostrando toda a sagacidade de Maria e toda sua relevância na música e carnaval. Cada cena é encantadora e mostra toda a potência de uma das melhores interpretes brasileiras. 

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| Fevereiros | Documentário ganha novo trailer

Documentário acompanhou Maria Bethânia do Rio de Janeiro, com o vitorioso desfile da Mangueira em sua homenagem ganha novo trailer


A partir do vitorioso carnaval da Mangueira em homenagem a Maria Bethânia, o filme percorre uma viagem entre Rio e Bahia, acompanhando a cantora no universo familiar, festivo e religioso que inspirou o enredo.  Confira abaixo o novo trailer do documentário.



O documentário estreia dia 31 de janeiro
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| O Beijo no Asfalto | Filme ganha novo trailer

Filme que adapta a obra de Nelson Rodrigues e Murilo Benício na direção ganha trailer

Na trama, Lázaro Ramos vive Arandir, um homem que, sem pensar, atende ao pedido de um beijo na boca feito por outro homem prestes a morrer ao ser atropelado na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro. Tal gesto banal vira uma matéria sensacionalista de Amado (Otávio Müller), um repórter que cria uma fake News e passa a explorar o beijo entre dois homens para vender mais jornal. A versão criada pelo jornalista incita a polícia a investigar uma suposta ligação entre Arandir e o morto e cria dúvidas na cabeça de Selminha (Débora Falabella), mulher de Arandir e filha de Aprígio (Stênio Garcia), que, misteriosamente, insiste na ideia de que presenciou o beijo, quando, na verdade, estava de costas. Confira abaixo o novo trailer do longa


O projeto do filme levou dez anos para se realizar e contou com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, Riofilme, além de recursos próprios, e coprodução do Canal Brasil. “Eu decidi fazer uma adaptação pouco antes do início dos anos 2000. Na época, comprei os direitos autorais, mas não consegui fazer porque me envolvi com outros trabalhos e acabei perdendo os direitos. Depois de muito tempo, quando eu estava fazendo um programa na Globo com o (diretor de fotografia) Lula Carvalho, que estava ciente da ideia, ele me perguntou em que pé estava e me incentivou a retomar o processo e o projeto”.

Exibido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o elenco é um dos grandes destaques do filme, que também tem participação da atriz Fernanda Montenegro. Confira abaixo o poster do filme.




O BEIJO NO ASFALTO contou ainda com uma equipe de grandes nomes, como o fotógrafo Walter Carvalho, direção de arte de Tiago Marques Teixeira, montagem de Pablo Ribeiro e trilha de Berna Ceppas. Além de dirigir, Murilo Benício é produtor e roteirista do filme. Com produção de Marcello Ludwig Maia, da República Pureza Filmes, o longa tem distribuição em circuito nacional pela ArtHouse.


O filme estreia no dia 06 de dezembro


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| O Beijo no Asfalto | Filme ganha data de estreia

Filme que tem a estreia de Murilo Benício na direção ganha data de estreia




Numa adaptação ousada e diferente, que mescla teatro e cinema em preto e branco, Murilo Benício faz sua estreia na direção no filme “O BEIJO NO ASFALTO”, peça escrita por Nelson Rodrigues e encenada pela primeira vez nos palcos em 1961. Com lançamento marcado para o dia 6 de dezembro, o longa traz um elenco de peso: Fernanda Montenegro, Débora Falabella, Lázaro Ramos, Stênio Garcia, Otávio Müller e Augusto Madeira.
Na trama, Lázaro Ramos vive Arandir, um homem que, sem pensar, atende ao pedido de um beijo na boca feito por outro homem prestes a morrer ao ser atropelado na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro. Tal gesto banal vira uma matéria sensacionalista de Amado (Otávio Müller), um repórter que cria uma fake News e passa a explorar o beijo entre dois homens para vender mais jornal. A versão criada pelo jornalista incita a polícia a investigar uma suposta ligação entre Arandir e o morto e cria dúvidas na cabeça de Selminha (Débora Falabella), mulher de Arandir e filha de Aprígio (Stênio Garcia), que, misteriosamente, insiste na ideia de que presenciou o beijo, quando, na verdade, estava de costas.

O BEIJO NO ASFALTO contou ainda com uma equipe de grandes nomes, como o fotógrafo Walter Carvalho, direção de arte de Tiago Marques Teixeira, montagem de Pablo Ribeiro e trilha de Berna Ceppas. Além de dirigir, Murilo Benício é produtor e roteirista do filme. Com produção de Marcello Ludwig Maia, da República Pureza Filmes, o longa tem distribuição em circuito nacional pela ArtHouse.

O filme que está na 42° Mostra Internacional de Cinema, mas estreia nos cinemas no dia 6 de dezembro.