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| O Bom Dinossauro | Crítica

Confira a crítica de O Bom Dinossauro
Um Bom Dinossauro a nova animação Pixar/Disney chega aos cinemas, como a mesma premissa simples que estamos habituados, se em Divertidamente a premissa era “O que acontece dentro da cabeça das pessoas?”, em o Bom Dinossauro temos a seguinte pergunta, “O que aconteceria se o meteoro que extinguiu os dinossauros errasse o alvo?”. Assim começa a animação.
Somos apresentados a família de Arlo, um medroso dinossauro que junto com sua família tem uma pequena plantação de milho, ele tem medo de praticamente tudo, além de ser completamente diferente de seus pais e irmãos. O pequeno dinossauro tenta aprender, se superar, mas neste processo acaba sofrendo um acidente que o leva para longe de sua família.
Esta parte inicial do filme é bem lenta, cada situação apresentada também discorre de forma lenta, os grandes momentos ficam restritos a relação de Arlo e Spot (Um menino que se perde de seus pais), a química dos dois é muito bem aproveitada, até mesmo uma simples tarefa, como buscar comida, é apresentada como uma “comédia pastelão”.
Outro ponto negativo são os outros personagens, eles aparecem muito pouco, percebe-se que o foco do filme é a superação do pequeno dinossauro, tanto o trio de Tiranossauros quanto de Pterossauros são colocados em frente a dupla, para que ambos se superem a dificuldade, sem criar qualquer tipo de vinculo.
A natureza é bem representada nesta animação, quanto nas montanhas, selva e animais. A parte histórica de formação da Terra quanto a novos animais está correta, temos dinossauros com penas, seres humanos que ainda não andam sobre as duas pernas, em um ecossistema parecido com a tempo mostrado no filme.
O filme tem uma narrativa bem simples, o que é bem interessante e ao mesmo tempo, faz com que esta animação da Pixar se diferencie dos outros filmes apresentados, um bom filme para todas as idades.

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| Os Incríveis 2 | Crítica





Confira a crítica de Os Incríveis 2


A sequência da família Pera chega 14 anos depois. Brad Bird (Diretor deste filme e do original), disse em diversas entrevistas que só faria uma continuação dos Incríveis enquanto não tivesse a história certa. E quando ela chegou, temos um filme que se mostra superior até mesmo do primeiro filme.
O equilíbrio entre a vida de heróis e pessoas comuns, retorna nesse longa. Com uma grande mudança, agora temos a Mulher-Elástica alçada aos holofotes enquanto Sr. Incrível fica reservado em cuidar das crianças e afazeres domésticos. Não é a mesma troca que ocorre no primeiro filme simplesmente, temos aqui uma ótima ideia do filme em mostrar dois lados da vida adulta. Um tem vida divertida o outro uma vida burocrática.
O interessante é que esse viés simples, fica ampliado para toda família, afinal alguém tem que cuidar do Zezé enquanto o outro salva o mundo. O dilema de Flecha e Violeta também é explorado.
O filme é bom por isso, pois além de mostrar os dois lados, ele demostra que o meio termo deve-se ser buscado pela família. E essa premissa não fica só pra família de super-heróis, esses conceitos podem ser utilizados por qualquer família que assistir à animação. O roteiro sabe lidar com essas situações de uma forma que diverte as crianças e toca os adultos.
Bird também lida bem com as cenas de ação, principalmente para mostrar cada poder da família. Até mesmo Zezé tem uma cena de ação pra chamar de sua. A escala necessária para mostrar cada poder é respeitada. E fica claro que houve um cuidado sobre este quesito.
O saldo é positivo pós filme, pois ele consegue tratar de tantos assuntos de uma forma que atraí tanto crianças quanto adultos, novamente mostrando por que a Pixar é o grande estúdio de animação que todos admiramos. E que venham mais filmes Incríveis (Sim, eu fiz esse trocadilho) por aí.