Cinema

Júpiter | Filme será exibido no Festival de Cinema Francês

O longa acompanha o recém-eleito presidente francês diante de uma crise internacional que pode levar a uma escalada nuclear. Filme será exibido no Festival de Cinema Francês antes de estrear no circuito comercial.

(foto: divulgação/California Filmes)

Exibido fora de competição no Festival de Veneza em setembro último, o thriller político Júpiter/Jupiter, do estreante na direção Alexandre Smia, é uma das atrações da 17ª edição do Festival de Cinema Francês do Brasil, entre 29 de outubro e 11 de novembro, nos cinemas de todo o país. Estrelado pelos atores Denis Ménochet, André Dussollier e Reda Kateb – todos com indicações ao César -, o longa acompanha o recém-eleito presidente francês diante de uma crise internacional que pode levar a uma escalada nuclear. O público brasileiro irá assistir ao filme antes de seu lançamento na França, previsto para 18 de novembro. No Brasil, a distribuição é da California Filmes.
 

Na trama, Paul Archambault (Denis Ménochet), recém-eleito presidente francês, é colocado diante de uma situação extrema após o presidente da Rússia sofrer uma tentativa de assassinato. Convencido de que a Ucrânia está por trás do ataque, o líder russo faz um ultimato nuclear, aumentando o risco de uma escalada militar. Reunido com seus principais assessores políticos no bunker do Palácio do Eliseu, Archambault precisa decidir como a França deve reagir.


 

Grande parte da narrativa se passa dentro do Posto de Comando Júpiter, espaço real localizado sob o Palácio do Eliseu, em Paris, e utilizado pelo presidente francês em situações de crise. É daí que vem o título do filme. Em vez de mostrar o conflito em campo aberto, Alexandre Smia concentra a tensão nesse ambiente fechado, acompanhando discussões, impasses e decisões tomadas sob pressão.
 

Protagonista do longa, o ator Denis Ménochet é conhecido do público do festival. Em 2023, esteve por aqui com o filme “As Bestas”, de Rodrigo Sorogoyen. Em 2022, interpretou Peter von Kant no longa de mesmo nome dirigido por François Ozon, com quem repetiu a parceria em 2018, com “Graças a Deus”. Em 2017, contracenou com Léa Drucker em “Custódia”, de Xavier Legrand. Ele recebeu três indicações ao César como Melhor Ator por “Custódia”, “Graças a Deus” e “Peter von Kant” e, entre outros prêmios, ganhou o Goya por seu papel em “As Bestas”.
 

Júpiter marca a estreia de Alexandre Smia na direção de longas-metragens. Foi roteirista da série “Le Bureau des Légendes”, do longa “13 jours, 13 nuits”, exibido em 2025 no festival, e da minissérie “Une affaire française”. Dirigiu os curtas “Jeu s’esprit” e “La Dernière nuit”.

O Festival de Cinema Francês do Brasil tem apoio de Varilux – marca do grupo Essilor Luxottica – como “patrocinador master” e patrocínios do banco BNP PARIBAS, da EDENRED e da AIR FRANCE, além do Ministério da Cultura – por meio da Lei Rouanet – e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros essenciais são as Alianças Francesas, a Embaixada da França no Brasil, além das distribuidoras dos filmes: Autoral, Bonfilm, Califórnia, Fênix, Synapse Distribution, Pandora, Vitrine e os exibidores de cinema independente e as grandes redes de cinema comercial.

Deixe um comentário