O sétimo filme da franquia Transformers é bem construído, “brincalhão” na medida certa e nos deixa ansiosos para os próximos longas da saga. Confira a crítica completa.

Transformers: O Despertar das Feras é dirigido por Steven Caple Jr, mesmo diretor do aclamado Creed II, e apesar de ser o 7º filme da franquia, por ordem cronológica seria o 2º que os espectadores deveriam assistir, depois de Bumblebee (2018) e antes de Transformers (2007).
A aventura se passa em 1994, depois que os Autobots encontram uma antiga tecnologia valiosa na Terra que tem o poder de unir ou destruir mundos, ao mesmo tempo que os Terrorcons chegam para captura-la e matar quem estiver no caminho.
Noah (Anthony Ramos) e Elena (Dominique Fishback) são dois humanos que caem de paraquedas no problema e decidem se unir a causa dos robôs por perceberem que esta ameaça pode acabar com o planeta em que vivem. A partir daí o filme é um misto de comédia, com piadas de duplo sentido bem adultas, e cenas de ação bem trabalhadas visualmente.
A fotografia e o CGI são incríveis, visto que mesmo se tratando de robôs gigantes que viram carros e animais selvagens, eles parecem realmente reais e transparecem suas emoções de forma natural para o telespectador. Além de que os cenários coloridos e extravagantes foram bem escolhidos e executados.
Mesmo se tratando de um prequel, em que sabemos que ficará tudo bem depois, o filme consegue trazer agonia e ansiedade para as resoluções dos problemas que parecem não ter saída. É óbvio que por muitas vezes, assim como a maioria dos filmes de ação e aventura, uma coincidência que salvará o mundo surge convenientemente no colo dos heróis, mas nada que atrapalhe nossa experiência.

A atuação de Anthony Ramos e Dominique Fishback , os personagens principais e um dos pouquíssimos humanos que conhecemos, são boas e emotivas quando necessário, (mesmo que só nos aprofundemos na vida e família de Noah), mas que acabam sendo sobrepostas pelos robôs e suas vozes cativantes e conhecidas de Pete Davidson, Peter Cullen, Michelle Yeoh, Liza Koshy, Peter Dinklage e outros atores Hollywoodianos de sucesso.
No geral, este é um filme divertido e criativo sobre a junção dos conhecidos e amados robôs Autobots, Maximals e humanos lutando contra um mal em comum, que provavelmente retornará para os próximos dois filmes já confirmados da saga, previstos para 2025 e 2027.
Nota: 4/5
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