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| Bravestrom | Crítica

Confira a crítica de Bravestorm

O filme de ficção científica / tokusatu Bravestorm diz que no ano de 2050, a Terra foi invadida por alienígenas chamados Killgis que mataram quase toda a humanidade quando liberaram um gás tóxico na atmosfera, cabe então aos irmãos Karuga retornar ao passado para eliminar a ameaça antes da dominação.

Premissa simples e já utilizada pelo gênero, o problema é o diretor Junya Okabe não trabalha bem essa premissa, não há aquela sensação de perigo e roteiro feito pelo mesmo traz saídas fáceis além de não especificar boa parte trama.

A viagem no tempo e efeitos visuais até tem bons momentos de tela, mas nenhum consegue trazer a carga dramática necessária para um filme deste porte, tudo é resolvido em péssimas atuações atuações do elemento pouco usado, já que o enfoque do longa é o embate entre Barão Vermelho e Barão Negro, até mesmo de cenas que se espera grandes reviravoltas no longa são desperdiçadas em saídas fáceis, um exemplo é quando o cientista é convocado para construir o Barão Vermelho, é simplicidade que chega a ser estranho e tirar risos da platéia.

O longa tem diversos  erros de roteiro e continuidade, o que deixa Bravestorm um fraco desenvolvimento e com os personagens sem construção, não cria no espectador a empatia que um filme deste tipo precisa. Você não torce pra tudo dar certo.

O ápice do filme é a luta entre Barão Vermelho e Barão Negro, principalmente nas peças de marketings e trailers, e até que é boa, com bons efeitos, mas diversas partes e golpes são repetidas e não cria aquela adrenalina necessária em uma briga de robôs gigantes.

O filme não se leva a sério e infelizmente é o filme mais fraco do Festival de Anime Japonês, então veja os outros filmes e deixe Bravestorm pra depois. 

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