Cinema, Crítica de Filme

Duna: Parte Dois | Crítica

A segunda parte da saga Duna é impecavelmente bem construída e sobe ainda mais o nível (que já era altíssimo) da franquia. Confira a crítica abaixo.

Dirigido por Denis Villeneuve (também diretor do primeiro filme), Duna: Parte Dois traz mais ação do que seu antecessor e consegue deixar o telespectador vidrado por quase 3 horas, sem ser cansativo em nenhum momento. Vale lembrar que o primeiro filme da saga, de 2021, levou as estatuetas de melhor montagem, efeitos visuais, som, design de produção, fotografia e trilha sonora no Oscar. 

Protagonizado por Timothée Chalamet (Wonka; Adoráveis Mulheres), o longa acerta o ritmo que faltou no primeiro filme – que por alguns foi considerado muito detalhista e demorado – visto que este é baseado na segunda parte do primeiro livro da saga de sucesso, que é menos introdutória e mais incisiva.

Zendaya (Euphoria; franquia Homem Aranha) finalmente recebe o tempo de tela merecido, ganhando um grande destaque e sendo essencial na trajetória do protagonista, como seu interesse romântico e também sua “instrutora” na nova vida pelo deserto, que Paul Atreides até então desconhecia.

As adições de Austin Butler (Elvis) e Florence Pugh (Não Se Preocupe Querida) são extremamente bem-vindas e de grande importância para o enredo do longa, com ótimas atuações. Além de um super elenco coadjuvante, que se encarrega por trazer novos conflitos e alianças aos protagonistas, como Rebecca Ferguson (Missão Impossível), Dave Bautista (franquia Guardiões da Galáxia), Josh Brolin (franquia Vingadores), Stellan Skarsgård (Mamma Mia!), Javier Bardem (Onde Os Fracos Não Tem Vez) e Christopher Walken (Click).

É inegável que a maquiagem, figurino, fotografia, efeitos especiais e trilha sonora são perfeitos, assim como no anterior, e provavelmente vão concorrer ao Oscar novamente, visto que nos fazem imersar ainda mais em um universo que poderia facilmente parecer irreal, mas que com a atenção aos detalhes se tornam praticamente tangível aos telespectadores.

Com muitas cenas de ação, explosões, luta, cenas reflexivas e uma complexa guerra política pela especiaria do planeta, Duna: Parte Dois consegue ser brilhante em todos os aspectos, além de ter um alívio cômico quando necessário.

Com o final acontecendo no ápice da trama, é quase que garantido que teremos uma continuação nos próximos anos, além de provavelmente recebermos mais tempo de tela de Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha).

Nota: 5/5

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