O novo filme de ação com Liam Hemsworth prende a atenção do telespectador com um bom roteiro e a tensão incessante para ver o protagonista sair vivo da zona de batalha em que se encontra.

Esta ficando cada vez mais difícil encontrar um thriller de ação que equilibre bem as boas cenas de luta, com um roteiro que de fato entretenha o espectador além da matança, e Zona de Risco faz isso parecer fácil, ainda acrescentando um alívio cômico quando necessário.
Protagonizado por Liam Hemsworth (Jogos Vorazes) e Russell Crowe (Gladiador), e dirigido por William Eubank (Ameaça Profunda), este filme prova que mesmo com um orçamento pequeno (18 milhões de dólares) há como ter grandes cenas de explosões e ação que impressionam o espectador.
Na trama acompanhamos Kinney (Liam Hemsworth), que acaba indo parar em uma missão de resgate extremamente perigosa no território inimigo. Com pouca experiência e muito medo, ele se vê sozinho após perder seus companheiros de batalha, sendo guiado apenas por um piloto de drone da Força Aérea que acaba se tornando seus olhos e sua única esperança de sair dali.

Com coadjuvantes de peso, como Milo Ventimiglia (Gilmore Girls/ This is Us), Luke Hemsworth (Hickok/Westworld) – sim, a família está reunida (imagina o almoço de domingo) – e Ricky Whittle (The 100), o filme traz bons efeitos especiais e sonoros, o que é essencial para um filme como este, em que explosões acontecem o tempo todo. Além de não precisar mostrar as mortes explicitamente para nos fazer entender o quão perigoso e mortal aquele território é.
No geral, o longa atende as expectativas do gênero e conquista os amantes de ação e filmes de guerra, sem precisar exagerar com cenas inacreditáveis.
Nota: 4/5
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