Vai e Vem é um misto de política, intimidade e retrato de dois países durante a pandemia. Confira a crítica completa.

As diretoras Chica Barbosa e Fernanda Pessoa fazem de Vai e Vem uma mistura de sentimentos, nuances, pandemia, liberdade feminina e países. E tudo funciona de uma forma que parece que estamos vendo uma conversa em vídeo entre duas amigas.
As respostas de cada uma a cada nova vídeo carta, é transformador, seja para conhecermos as referências, como estão os locais onde moram/vivem e seus pensamentos durante a pandemia.
As trocas entres elas agregam a cada nova interação, e vamos percebendo que além da amizade, temos uma visão política aprofundada, e principalmente coerente do que ambos os países passaram neste período.
Mesmo com escolhas não intencionais de cores, a montagem primorosa mantém o ritmo narrativo com linearidade de fatos, trazendo a realidade para o filme de uma forma simples para o espectador.

A pandemia e a política andaram juntas e aqui também. As diretoras relatam a cada nova carta, como está a realidade americana e brasileira naquele momento e sua evolução, como a linha do tempo que acompanhamos.
As reflexões que ocorrem com elas, estão acompanhadas de empatia, família, cuidados pessoais e com elas trabalham neste período suas angústias, medos e problemas durante a pandemia. Como se buscassem um abraço amigo a cada nova.
Nota: 3/5
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