O novo longa infantil de Luccas Neto, combina multiversos e super-heróis em um trama leve e aventureira. Confira a crítica completa.

Luccas Netto é o nome a ser lembrado quando falamos de conteúdo infantil na internet, e ele sempre incursou em novas mídias para continuar crescendo. Agora temos uma nova aventura, dessa vez nos cimenas.
Em Os Aventureiros – A Origem, Lucas e seu grupo acabam na cidade da Alegria, uma realidade alternativa, para que eles possa. sair eles devem procurar as pedras do poder.
A trama de aventura tem as suas inspirações em obras recentes, focando no que estamos vivendo nos cinemas hoje, multiverso e super-heróis.

Estes temas têm suas explicações devidas, claro, mas dentro da atmosfera que conhecemos do YouTuber, tudo sempre divertido e leve. Com o destaque para a aventura do grupo.
Os cenários onde vemos a história, lembram uma história em quadrinhos pelo colorido e disposição dos cenários e os efeitos visuais são interessantes.
O grupo de Luccas também se aproveita de elementos de Power Rangers e Liga da Justiça, onde cada um tem a sua importância e poder para resolver uma situação.

O roteiro mantém a aventura e a leveza, sem um grande momento dramático, e pouco surpreende. Em filmes como este, não é um grande problema, afinal o público alvo tem uma conexão melhor com histórias assim.
O grupo é como conhecemos, mas as relações de irmãos entre Luccas e Gi, e como o protagonista lida com os seus sentimentos, são pontuais.
A lutadora e cientista Megan (Juliana Didone) acaba sendo a única incógnita do filme, por causa das suas transformações e a única personagem que consegue surpreender.
Os Aventureiros – A Origem é o típico filme para crianças, sem muito espaço para outros elementos mais jovens ou adultos, mas está tudo bem.
Nota: 3/5.
Contato: naoparecemaseserio@gmail.com.
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