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| Os Jovens Baumann | Crítica

Confira a crítica de Os Jovens Baumann


Existem os gêneros que ressurgem a partir de um filme que ganha popularidade e crítica, como foi o gênero ‘falso documentário’ com o lançamento de Bruxa de Blair (1999).

Este tipo de filme tem como referência misturar realidade, ficção e até mesmo elementos de suspense, e essa receita aparecem em ‘Os Jovens Baumann’ de Bruna Carvalho Almeida. Esses diversos elementos podem até gerar confusão ao ler, mas na telona eles aparecerem de uma forma mais suave.

O roteiro da própria diretora e de Larissa Kurata é ambientado em 1992, onde oito primos passam as férias na fazenda da família em Santa Rita d’Oeste, no sul de Minas Gerais e misteriosamente eles desaparecem.

Cena de ‘Os Jovens Baumann’
Foto: Vitrine Filmes

E esse mistério é carregado por toda a narrativa, usando imagens gravadas em VHS sem tanto nexo entre elas e com uma narração em alguns trechos, envolve o espectador aos poucos, pairando diversas dúvidas sobre sua cabeça.

O longa também possui duas linhas temporais para mostrar se como houvesse uma investigação da narradora, já que a polícia não tenha finalizado a investigação, essa sobreposição de imagens em HD e VHS.

E essa abordagem em colocar uma tecnologia sobre a outra em tempo de HD e 4K é muito interessante e sai do limiar que estamos acostumados quanto à fotografia.

Cena de ‘Os Jovens Baumann’
Foto: Vitrine Filmes

A narrativa aqui apresentada tem um grande porém, que pode ser positivo ou negativo, você termina o filme da mesma forma que começou, poucas informações são adicionadas, há parte do público que gostar ou odiar isso, por isso a visita ao cinema é primordial para construção da sua opinião.

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