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| Amor à Segunda Vista | Crítica

Confira a crítica de Amor à Segunda Vista


Imagine que você encontra sua suposta alma gêmea, casou com ela e começa a viver com ela e de uma dia pro outro você acorda, nada do que você acha que viveu é real, e se você deseja ela de volta você deve fazê-la se apaixonar por você de novo.
O começo de “Amor à Segunda Vista” é como qualquer comédia romântica, como previsibilidade de elementos, risadas em momentos específicos da história e um desfecho “feliz pra sempre”, temos isso neste filme, mas de uma forma diferente do usual.
Raphael (François Civil) tem que reconquistar Olivia (Josephine Japy), mas o interessante do roteiro do diretor Hugo Gélin (Uma Família de Dois) que ele fixa seu filme no gênero já citado, mas ao mesmo brinca com elementos diferentes para dar ritmo a sua narrativa, por exemplo, e se Raphael apenas sonhou isso e nada realmente aconteceu?
Cena de Amor à Segunda Vista
Foto: Bonfilm / Agência Febre

E essas ideias de mexer com o espectador com o que pode ser real ou não, é o diferencial dessa narrativa, há momentos que não sabemos se é um sonho, flashback, alucinação ou realidade. As dúvidas são sanadas apenas no terceiro ato.
O filme é leve, divertido e tem uma boa história, mas talvez o timing das piadas mais voltada para o humor francês pode atrapalhar, e a falta de coesão de algumas cenas ficam soltas, mesmo quando entendemos

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