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| Um Banho de Vida | Crítica

Confira a crítica de Um Banho de Vida


As doenças e distúrbios mentais são o mal do século e é interessante ver em Um Banho de Vida que esse tema pode ser abordado de uma forma leve e ao mesmo tempo divertida.

Usando uma modalidade esportiva pouco conhecida ainda mais pelos homens, e partir disso se constrói toda a narrativa, mas nesse começo incomum da comédia francesa.

O diretor que também atua Gilles Lellouche traz uma simplicidade de trabalho, mas trabalha diversos conceitos complicados na telona como depressão, companheirismo e crises existenciais que marcam diversas idades e o longa mostra como demonstrar cada um deles sem atropelos e com uma sequência crível e centrada.

Ao apresentar os personagens aos poucos e dar a eles o tempo de tela necessário para mostrar seus problemas pessoais e como eles chegaram a equipe em um filme como esse é primordial. E ele ocorre.

Por ser um filme catalogado como comédia ele rende diversas risadas e cenas mais comuns, mas ele não tem medo nenhum de trabalhar conceitos duros e reais.



Unir um bando de homens que entram pra equipe por simplesmente preencher uma lacuna em suas vidas e não por esporte ou talento (Que não existe em ninguém) não é uma temática comum principalmente em comédia. E o resultado que esperamos o menor possível saímos da sessão agraciados de termos visto essa história.

O filme foi um fenômeno na França onde foi indicado a diversos prêmios chegando a aparecer na pré-lista de indicados a melhor filme estrangeiro como representante francês.

Até mesmo a dura treinadora Delphina (Virgine Efira) começa o filme de um formato com uma personalidade dura e exigente começa a transformar a cada ato e no final a personagem foi totalmente alterada pelos eventos do filme.

Transformação é a palavra-chave desse filme e ele consegue fluir por diversos pontos com graciosidade e ainda trazer uma ótima história.

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