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| Star Trek: Sem Fronteiras | Crítica




A nova aventura do capitão James T. Kirk e Spock ganha um novo capitulo em Star Trek: Sem Fronteiras. Confira nossa crítica.



A tripulação da Enterprise tem a missão de explorar o universo em uma missão de 5 anos, e como todo trabalho a rotina acaba prevalecendo e o começo do filme é sobre isso, sobre como a tripulação se desgastou nesse tempo. Mas como todo fogo começa com uma faísca, o filme muda totalmente quando a tripulação recebe uma nova missão.

O filme fica interessante quando essa nova missão aparece, inclusive pela primeira vez a USS Enterprise tem que mostrar seu valor, enquanto os outros filmes mostram a nave de uma forma pequena, focando nos personagens, dessa vez a nave é testada ao seu limite. Um fã mais fanático pode até sentir “um aperto no coração” nessas cenas.

Para tentar resolver os problemas desencadeados com a ameaça inicial, a tripulação se divide em duplas, mas calma, nada de Kirk/Spock ou Sulu/Bones. As duplas são improváveis e a química entre elas são um ponto interessante do filme. Os atores/atrizes mostram perfeitamente cada personalidade da tripulação consagrada, tento até espaço para alguns alívios cômicos.

As adições para este filme são também bem exploradas, temos do lado dos “mocinhos” Jaylah (Sofia Boutella) e do lado dos “malvados” possuímos Krall (Idris Elba) ambos muito bem executados e com bom tempo de tela. Seus motivos/ambições são bem explorados e as cenas de ação que envolvem ambos são excelentes.

O filme tem também momentos para reverenciar a série clássica, a morte de Leonard Nimoy, nosso eterno Spock, que nos filmes anteriores fez participações especiais. Ocorre no momento mais emotivo no filme. E a homenagem é digna e perfeita. Outro que recebe uma homenagem no filme é Anton Yelchin (Chekov) que infelizmente nos deixou neste ano.

O terceiro filme teve uma grande mudança na equipe, enquanto J.J. Abrams dirigiu os dois primeiros filmes, neste ele é o produtor. A direção deste filme é de Justin Lin, famoso pelo últimos filmes da franquia Velozes e Furiosos. Há diferenças entre os filmes, porém essa mudança não altera a qualidade do filme. Nos filmes de JJ, os diálogos e efeitos práticos são mais evidentes, enquanto Justin faz incríveis cenas de ação e usa o 3d de uma forma que os filmes anteriores não conseguiram.

O saldo do filme é extremamente positivo, o filme é ótimo, vale o ingresso com certeza e é uma ótima pedida para fãs da franquia, quanto a pessoas que não conhecem este universo. Então, vá se divertir!

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