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| Independence Day: O Ressurgimento | Crítica

O filme é a continuação de Independence Day de 1996, mostrando o que aconteceu 20 anos após o primeiro ataque alienígena.
A direção ficou a cargo do mesmo diretor do primeiro filme, Roland Emmerich que tem como grandes produções, ou melhor grandes catástrofes, como o Dia Depois de Amanhã (2004) e 2012 (2009). Roland deixa claro que esse é seu estilo favorito e que sabe lidar com esse tipo de problema e de novo ele consegue alguns bons resultados.
O longa é a continuação do primeiro Independence Day, e explicar o que ocorreu neste período de tempo é reservado aos primeiros vinte minutos do filme, aproveitando para mostrar os novos personagens junto com isso. Ganha-se tempo e facilita o espectador a entender melhor o ponto de partida do longa.
O Ressurgimento, tem esse subtítulo por um motivo simples, a ameaça está de volta, porém mais forte e pronta, pra dessa vez alcançar seus objetivos. É nessa hora que o filme começa a se perder, a ameaça é a mesma (tudo bem, é compreensível), mas o jeito que acontece é idêntico ao primeiro filme, se no primeiro filme a casa branca dos Estados é o alvo principal, nesse segundo o Big Bang de Londres é o alvo inicial, a destruição em “forma de onda” também é igual, porém com as melhoras de tecnologias e o 3D (Vale a pena neste filme) a onda parece maior e mais impactante.
Outra semelhança é o grupo de atores, no primeiro filme com exceção do presidente Whitmore (Bill Pulman) todos os personagens são secundários, mas quando precisam mostrar alguma característica, é bem aproveitada. Todos têm sua chance de “brilhar”, porém não há grandes diferenças nas características dos personagens do primeiro filme e do segundo.
As cenas de ação são bem feitas e preenchem bem a tela, outra boa façanha de Emmerich, principalmente as cenas de combate, inclusive as proporções de tamanho são bem colocadas. Na primeira aparição da nave alienígena o espectador tem a certeza de seu tamanho descomunal.
O novo Independence é um ótimo filme para quem quer uma diversão sem preocupações, a ficção cientifica existe, mas é simples, as cenas de ação são “de encher os olhos” e há algumas boas atuações, porém sem grandes momentos. Então quer um filme simples e divertido? Independence Day: O Ressurgimento é uma boa pedida.

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