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| Passageiros | Crítica

Confira nossa critica de Passageiros
O filme conta a história de dois passageiros de uma nave rumo a um planeta a ser colonizado por seres humanos. O filme começa mostrando o motivo de cada um deles acordar antes do tempo, 90 anos antes do fim da viagem interplanetária.
O primeiro a acordar é Jim (Chris Pratt) um mecânico cuja viagem se encerra muito antes do combinado. A segunda a acordar é Aurora cujo motivo pra ela acordar é um problema causado por Jim, que leva alguns questionamentos aos espectadores quanto sua atitude. Mas o filme segue.
Passageiros foca em sua primeira e segunda parte no romance improvável entre os dois, o filme perde muita força nessa hora, são cenas e mais cenas de um romance comum, o espectador até esquece que tudo ocorre em uma nave. Parece cenas retiradas do “Sessão da Tarde”.
As boas cenas do filme ocorrem quando Aurora descobre o motivo de estar acordada, o que leva a vários questionamentos sobre o que é certo e errado, sobre dignidade e até mesmo egoísmo. O diretor soube muito bem usar os bons atores nesse momento. Pena que eles só funcionam neste momento.
Enquanto a discussão ocorre se descobre que a nave tem um problema operacional grave e se não for consertado, todos a bordo morreram e cabe aos dois passageiros acordados resolverem a questão. E quando tudo é resolvido, o romance retorna. Afinal, que mulher não se apaixonaria por um cara que salva 5 mil pessoas?
O filme em termos gerais, promete muito, afinal temos dois atores conhecidos por sucessos recentes no cinema, mas são pouco utilizados e o filme não de um romance simples que ocorre em uma nave. Nem mesmo elementos de ficção cientifica ficam restritos a viagem interplanetária e uma nave moderna que parece um cruzeiro “super luxo”. Filme infelizmente fraco.

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