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| Dragon Ball: O Renascimento de Freeza | Crítica

Confira a crítica de Dragon Ball: O Renascimento de Freeza
O filme Dragon Ball: O Renascimento de Freeza estreou nos cinemas, depois de 1 ano de A Batalha dos Deuses.  A história deste filme se passa após a saga Boo, mas a grande diferença está em seu vilão, no filme anterior fomos apresentados a um novo vilão, porém no filme atual vemos um antigo conhecido Freeza que é ressuscitado pelas esferas do Dragão, cuja primeira missão é derrotar seu antagonista Son Goku.
Os personagens apresentados em A Batalha dos Deuses (Bills e Whis) aparecem neste filme, mas não fazem tanta diferença para história, que fica a cargo dos nossos queridos personagens criados por do Akira Toriyama, que atua como produtor executivo neste longa.
Os desenvolvimentos dos personagens estão dentro da personalidade dos desenhos, porém suas características estão mais evidentes, por exemplo, Vegeta está mais mal humorado e “grosso” do que estamos acostumados, atributo talvez exagerado pelo tempo de filme, mas em nenhum momento esse excesso atrapalha o andamento da história.
A premissa do filme é simples o vilão busca sua vingança que só irá acontecer com a morte do herói. Com toda sua arrogância e prepotência, Freeza chega a Terra para uma batalha contra Goku, a batalha é nos moldes do anime, sem mudanças. As diferenças ficam para as mudanças das transformações dos personagens, Freeza com outra forma inclusive apresentada nos trailers e Goku na forma Super Sayagin Deus adquirida no filme anterior.
O humor deste filme é mais suave que os outros produtos da franquia, tendo inclusive piadas internas a personagens considerados “fracos” e sobre as características de cada um que aparece no filme, Gohan é um exemplo, após a saga Boo o personagem “dá um tempo” em seu treinamento para se dedicar a família, por isso a roupa de “academia” usada por ele durante o filme
A dublagem como sempre é destaque, as vozes de Wendel Bezerra (Goku), Alfredo Rollo (Vegeta) e Tania Gaidarji (Bulma) são indispensáveis e tornam o filme bem mais divertido. Outro destaque é Carlos Campanille (Freeza) que volta a dar voz ao vilão, no anime anterior Dragon Ball Kai, outra voz foi atribuída ao personagem.
Um ponto negativo é novamente a pouca quantidade de salas que filmes nesse estilo conseguem. Para que um filme desses venham ao Brasil, sempre a internet mostra-se como ponto forte, pois sempre surge uma petição ou avisos as produtoras para que uma versão dublada seja disponibilizada. Quando o objetivo é adquirido poucas salas são disponibilizadas para o anime. The Last: Naruto O Filme é um exemplo recente deste caso 

O filme em termos gerais é melhor que o anterior, tanto para adoradores do anime/mangá quanto para mostrar a franquia a novos fãs. Vá ao cinema e divirta-se.

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